Kassab informa a Dilma que PSD apoiará impeachment

Após a reunião com deputados do PSD na Câmara, o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, foi ao Palácio do Planalto nesta quarta (14), comunicar à presidente Dilma Rousseff sobre a decisão da maioria da bancada a favor do impeachment; o deputado Átila Lins (PSD-AM) disse que o ministro informou à presidente que estaria disposto a deixar o cargo; mas Dilma, segundo o deputado,  afirmou que ele que poderia continuar na pasta; atualmente, entre os 36 deputados do partido, estima-se que ao menos 26 sejam a favor do impeachment

Após a reunião com deputados do PSD na Câmara, o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, foi ao Palácio do Planalto nesta quarta (14), comunicar à presidente Dilma Rousseff sobre a decisão da maioria da bancada a favor do impeachment; o deputado Átila Lins (PSD-AM) disse que o ministro informou à presidente que estaria disposto a deixar o cargo; mas Dilma, segundo o deputado,  afirmou que ele que poderia continuar na pasta; atualmente, entre os 36 deputados do partido, estima-se que ao menos 26 sejam a favor do impeachment
Após a reunião com deputados do PSD na Câmara, o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, foi ao Palácio do Planalto nesta quarta (14), comunicar à presidente Dilma Rousseff sobre a decisão da maioria da bancada a favor do impeachment; o deputado Átila Lins (PSD-AM) disse que o ministro informou à presidente que estaria disposto a deixar o cargo; mas Dilma, segundo o deputado,  afirmou que ele que poderia continuar na pasta; atualmente, entre os 36 deputados do partido, estima-se que ao menos 26 sejam a favor do impeachment (Foto: Valter Lima)
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247 - Após a reunião com deputados do PSD na Câmara, o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, foi ao Palácio do Planalto nesta quarta-feira (14), comunicar à presidente Dilma Rousseff sobre a decisão da maioria da bancada a favor do impeachment.

O deputado Átila Lins (PSD-AM) disse que o ministro informou à presidente que estaria disposto a deixar o cargo. Mas Dilma, segundo o deputado,  afirmou que ele que poderia continuar na pasta, mesmo com o apoio da maior parte dos parlamentares do PSD ao impeachment.

Atualmente, dentre os 36 deputados do partido, estima-se que ao menos 26 sejam a favor do impeachment. Os favoráveis ao governo seriam apenas cinco. "Mudamos de liberado para favorável, mas respeitando a posição dos deputados divergentes", disse o líder do PSD na Câmara, Rogério Rosso (DF), que afirmou que os dissidentes não serão punidos.

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