Lula começa a articular resistência contra Temer

Ex-presidente Lula já iniciou as articulações para tentar barrar no Senado a aprovação do impeachment da presidente Dilma Rousseff e a ascensão do governo de Michel Temer; avaliação de aliados é que Lula poderia se beneficiar com um eventual afastamento de Dilma e a baixa popularidade de Temer, de maneira a disputar a eleição presidencial de 2018 como o candidato da oposição a um eventual governo do peemedebista; última pesquisa Datafolha mostra Lula em primeiro na corrida, junto com Marina Silva (Rede)

05/03/2016- São Bernardo do Campo- SP, Brasil- Ex- presidente Lula cumprimenta manifestantes, concentrados em frente ao prédio onde mora em São Bernardo do Campo. Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula
05/03/2016- São Bernardo do Campo- SP, Brasil- Ex- presidente Lula cumprimenta manifestantes, concentrados em frente ao prédio onde mora em São Bernardo do Campo. Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se prepara para articular a resistência contra um eventual governo de Michel Temer. Segundo a avaliação de aliados do ex-presidente, Lula poderia se beneficiar com o afastamento da presidente Dilma Rousseff e a baixa popularidade de Temer de maneira a disputar a eleição presidencial de 2018 como o candidato da oposição.

Apesar de ainda não haver uma confirmação se o ex-presidente irá disputar a Presidência da República em 2018, Lula vem dando sinais de que é grade a possibilidade de disputar a corrida presidencial. No último sábado (16), Lula afirmou que "espera chegar em 2018". As últimas pesquisas de intenção de voto, que colocam o ex-presidente à frente da corrida eleitoral, também teriam dado um novo ânimo a Lula.

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, já havia adiantado que Lula teria se colocado à disposição para viajar o país para angariar apoio a partir deste mês. Para o diretor do Instituto Lula, Celso Marcondes, "ele [Lula] não vai e não deve jogar a toalha por causa do resultado de hoje", disse em referência a abertura do processo de impeachment pela Câmara. Nesta linha, ele vai continuar trabalhando na articulação em defesa do mandato da presidente Dilma.

 

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