Lula: Youssef difama quem a oposição teme enfrentar

Sem citar diretamente o nome de Alberto Youssef, ex-presidente diz ser "inacreditável" que o Brasil seja "refém de um criminoso notório e reincidente, de um réu que negocia depoimentos" e que ainda garanta a ele "palco para atacar e caluniar, sem nenhuma prova, algumas das principais lideranças políticas do país"; em crítica dura, por meio de nota, ele lamenta ainda "que parte da imprensa brasileira venha tratando bandidos como heróis" e anuncia sua volta em 2018 quando diz que "tais pessoas [da imprensa] se prestam a acusar, sem provas, os alvos escolhidos pela oposição" e a "difamar lideranças que a oposição não conseguiu derrotar nas urnas e teme enfrentar no futuro"; em depoimento ontem à CPI da Petrobras, Youssef disse que Lula ordenou pagamento a empresa ligada à estatal

Sem citar diretamente o nome de Alberto Youssef, ex-presidente diz ser "inacreditável" que o Brasil seja "refém de um criminoso notório e reincidente, de um réu que negocia depoimentos" e que ainda garanta a ele "palco para atacar e caluniar, sem nenhuma prova, algumas das principais lideranças políticas do país"; em crítica dura, por meio de nota, ele lamenta ainda "que parte da imprensa brasileira venha tratando bandidos como heróis" e anuncia sua volta em 2018 quando diz que "tais pessoas [da imprensa] se prestam a acusar, sem provas, os alvos escolhidos pela oposição" e a "difamar lideranças que a oposição não conseguiu derrotar nas urnas e teme enfrentar no futuro"; em depoimento ontem à CPI da Petrobras, Youssef disse que Lula ordenou pagamento a empresa ligada à estatal
Sem citar diretamente o nome de Alberto Youssef, ex-presidente diz ser "inacreditável" que o Brasil seja "refém de um criminoso notório e reincidente, de um réu que negocia depoimentos" e que ainda garanta a ele "palco para atacar e caluniar, sem nenhuma prova, algumas das principais lideranças políticas do país"; em crítica dura, por meio de nota, ele lamenta ainda "que parte da imprensa brasileira venha tratando bandidos como heróis" e anuncia sua volta em 2018 quando diz que "tais pessoas [da imprensa] se prestam a acusar, sem provas, os alvos escolhidos pela oposição" e a "difamar lideranças que a oposição não conseguiu derrotar nas urnas e teme enfrentar no futuro"; em depoimento ontem à CPI da Petrobras, Youssef disse que Lula ordenou pagamento a empresa ligada à estatal (Foto: Gisele Federicce)
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247 – Um dia depois de ter sido novamente citado pelo doleiro Alberto Youssef em mais um de seus depoimentos, agora à CPI da Petrobras, o ex-presidente Lula publicou um texto com duras críticas ao fato de o Brasil ter se tornado "refém" de um "criminoso notório e reincidente" e ainda dar "palco para atacar e caluniar, sem nenhuma prova, algumas das principais lideranças políticas do país".

Youssef reafirmou ontem que o ex-presidente ordenou um pagamento à agência de publicidade Muranno Marketing, que prestava serviços à Petrobras. Ele também declarou acreditar que o Palácio do Planalto sabia do esquema de corrupção na estatal investigado pela Operação Lava Jato. Depois das declarações, o PSDB pediu a inclusão de Lula na CPI.

Sem citar diretamente Youssef, Lula também lamenta, na nota publicada no Facebook, "que parte da imprensa brasileira venha tratando bandidos como heróis" quando se presta a "acusar, sem provas, os alvos escolhidos pela oposição". Ele anuncia sua volta em 2018 ao concluir a frase: "quando se presta a difamar lideranças que a oposição não conseguiu derrotar nas urnas e teme enfrentar no futuro".

Leia abaixo a íntegra: 

É inaceitável que uma grande democracia como o Brasil, com 200 milhões de habitantes, uma das maiores economias do mundo, seja transformada em refém de um criminoso notório e reincidente, de um réu que negocia depoimentos – e garante para si um percentual na recuperação do dinheiro que ajudou a roubar.

É inacreditável que um bandido com oito condenações, que já enganou a Justiça num acordo anterior de delação premiada, tenha palco para atacar e caluniar, sem nenhuma prova, algumas das principais lideranças políticas do país, legitimadas democraticamente pelo voto popular. Que se dê crédito a criminosos para apontar quem é e quem não é honesto neste País.

É uma pena que parte da imprensa brasileira venha tratando bandidos como heróis, quando tais pessoas se prestam a acusar, sem provas, os alvos escolhidos pela oposição; quando se prestam a difamar lideranças que a oposição não conseguiu derrotar nas urnas e teme enfrentar no futuro.

O Brasil merece ser tratado com mais responsabilidade e seriedade.

Assessoria de Imprensa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

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