Manuela defende eleição com Lula e vê esquerda forte em 2018

A pré candidata a presidência da república pelo PC do B, Manuela D'Ávila, faz defesa enfática do ex-presidente Lula em entrevista à Folha de S. Paulo; seu partido entrou com ação no STF para barrar a possibilidade de prisão em segunda instância; "Torço e acredito que o presidente Lula deva concorrer nas eleições; espero que o Supremo faça um debate sobre a ADC (Ação Declaratória de Constitucionalidade) que nosso partido patrocinou para garantir a ele o direito de usufruir da liberdade e, depois, de registrar a sua candidatura"; para a Manuela, "a esquerda está forte e quem tem problemas é a direita"

Lula participa do 14º Congresso do PCdoB no Centro de Convenções Brasil21, em Brasília. manuela
Lula participa do 14º Congresso do PCdoB no Centro de Convenções Brasil21, em Brasília. manuela (Foto: Gustavo Conde)

247 -  A pré-candidata a presidência da república pelo PC do B, Manuela D'Ávila, faz defesa enfática do ex-presidente Lula em entrevista à Folha de S. Paulo. Seu partido entrou com ação no STF para barrar a possibilidade de prisão em segunda instância. "Torço e acredito que o presidente Lula deva concorrer nas eleições. Espero que o Supremo faça um debate sobre a ADC (Ação Declaratória de Constitucionalidade) que nosso partido patrocinou para garantir a ele o direito de usufruir da liberdade e, depois, de registrar a sua candidatura". Para a Manuela, "a esquerda está forte e quem tem problemas é a direita".

Sobre geopolítica, Manuela disse que "respeita os caminhos de Cuba, Venezuela e de todos os povos", agregando que "a tradição da diplomacia brasileira é de mediação dos conflitos". Ela acredita que "O Brasil precisa apostar nos mecanismos de diálogo para se estabelecer caminhos pacíficos".

 

Ela também falou de economia e de conjuntura. Leia um trecho de sua fala:  

"O papel central do BNDES e dos bancos públicos é a garantia da retomada da economia brasileira. O BNDES tem de ser o nosso parceiro na construção de uma indústria nacional que gere empregos de qualidade." 

"O olhar sobre o crescimento da dívida pública mira apenas na doença, no tamanho, e não na capacidade que o Brasil deve ter de retomar o crescimento."

E, aqui, a matéria de Fernando Canzian e Thais Bilenky. 


 

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