Marina deve virar alvo no 2º debate da sucessão

Em ascensão nas pesquisas, tendência é a de candidata do PSB ficar no centro do debate organizado por SBT, Folha de S. Paulo, rádio Jovem Pan e portal UOL, a patir das 17h45; enquanto presidente Dilma Rousseff (PT) deverá ser questionada sobre resultados da eonomia, e Aécio Neves (PSDB) ter de explicar queda abrupta nas pesquisas, Marina Silva vai precisar esclarecer pontos obscuros de seu programa de governo

Em ascensão nas pesquisas, tendência é a de candidata do PSB ficar no centro do debate organizado por SBT, Folha de S. Paulo, rádio Jovem Pan e portal UOL, a patir das 17h45; enquanto presidente Dilma Rousseff (PT) deverá ser questionada sobre resultados da eonomia, e Aécio Neves (PSDB) ter de explicar queda abrupta nas pesquisas, Marina Silva vai precisar esclarecer pontos obscuros de seu programa de governo
Em ascensão nas pesquisas, tendência é a de candidata do PSB ficar no centro do debate organizado por SBT, Folha de S. Paulo, rádio Jovem Pan e portal UOL, a patir das 17h45; enquanto presidente Dilma Rousseff (PT) deverá ser questionada sobre resultados da eonomia, e Aécio Neves (PSDB) ter de explicar queda abrupta nas pesquisas, Marina Silva vai precisar esclarecer pontos obscuros de seu programa de governo (Foto: Gisele Federicce)

247 – O segundo debate entre presidenciáveis, realizado em parceria entre o jornal Folha de S. Paulo, portal Uol, rádio Jovem Pan e canal SBT na tarde desta segunda-feira 1º, deve registrar um tom acima em relação a críticas entre os candidatos. O alvo pode ser a presidenciável pelo PSB, Marina Silva, que cresceu nas pesquisas eleitorais, chegando a empatar com a presidente Dilma Rousseff (PT), com 34% das intenções de voto, segundo mostra do instituto Datafolha divulgada na última sexta-feira 29.

Além disso, Marina foi personagem de denúncias na imprensa ao longo da semana. Neste domingo, a Folha publicou reportagem sobre a empresa da candidata, chamada M. O. M. da S. V. de Lima e registrada em 2011, que tem receita acumulada em R$ 1,6 milhão. A presidenciável, porém, se recusa a divulgar o nome de seus clientes (leia mais).

O caso mais polêmico, porém, é o uso pelo PSB de um jato fantasma – que caiu no dia 13 de agosto e causou a morte do então candidato Eduardo Campos. A aeronave foi paga com empresas fantasmas e não teve o seu uso declarado pelo partido ao Tribunal Superior Eleitoral. Marina não questionou a origem da aeronave antes de usá-la e passou a ser confrontada diante da defesa de uma "nova política".

Diante desses fatos, o clima do debate de hoje certamente deve esquentar, diferente do primeiro confronto, na TV Bandeirantes, quando Marina Silva ainda capitalizava o momento de comoção do acidente com Campos e a estratégia dos candidatos era não bater demais na ex-senadora.

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