Ministros do TSE admitem que clima é pela cassação de Temer

Ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) admitem reservadamente que a crise que abalou o governo também teve impacto na corte; pressionados por partidos e pela população, dizem que, se há duas semanas a sensação era de Temer teria uma vitória, hoje a balança dos votos pende para a cassação; os ministros também afirmam que a sensação de imprevisibilidade do resultado se agravou diante do silêncio de Gilmar Mendes, que não tem conversado sobre a ação nem com colegas

Ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) admitem reservadamente que a crise que abalou o governo também teve impacto na corte; pressionados por partidos e pela população, dizem que, se há duas semanas a sensação era de Temer teria uma vitória, hoje a balança dos votos pende para a cassação; os ministros também afirmam que a sensação de imprevisibilidade do resultado se agravou diante do silêncio de Gilmar Mendes, que não tem conversado sobre a ação nem com colegas
Ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) admitem reservadamente que a crise que abalou o governo também teve impacto na corte; pressionados por partidos e pela população, dizem que, se há duas semanas a sensação era de Temer teria uma vitória, hoje a balança dos votos pende para a cassação; os ministros também afirmam que a sensação de imprevisibilidade do resultado se agravou diante do silêncio de Gilmar Mendes, que não tem conversado sobre a ação nem com colegas (Foto: Giuliana Miranda)

247 - A crise que atingiu Michel Temer também fez tremer o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que julga a partir de 6 de junho processo que pode levar à cassação do peemedebista. No Congresso, partidos que ainda dão sustentação a Temer contam com uma decisão da corte para abandonar de vez o barco. Pressionados, ministros admitem que, se há duas semanas a sensação era de que Temer teria uma vitória, hoje a balança dos votos pende para a cassação.

As informações são da coluna Painel da Folha de S.Paulo.

"Na última quinta-feira (18), dia em que foi deflagrada operação da PF com base na delação da JBS, ministros do TSE discutiram nos bastidores da corte.

"Um integrante do tribunal questionou os colegas se aquele seria “o melhor momento” para julgamento de tal repercussão. Foi repreendido por um ministro que disse que quem tivesse dúvida deveria pedir vista.

"Os ministros também afirmam que a sensação de imprevisibilidade do resultado se agravou diante do silêncio de Gilmar Mendes. O presidente da corte eleitoral não tem conversado sobre a ação nem com colegas."

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