Moreira Franco: Espero que Dima não tome medidas agora

Um dos principais nomes do eventual governo Temer, o ex-governador e ex-ministro Moreira Franco (PMDB) adiou a divulgação do programa "A Travessia Social" depois que a presidente Dilma Rousseff indicou que pode liberar um pacote de bondades e antecipar algumas medidas previstas, como o aumento do benefício do Bolsa Família; “Eu espero que o espírito não seja vingativo, porque só vai prejudicar a sociedade brasileira, que está muito dividida. Eu espero que o governo atual, que está sendo objeto desse processo de impedimento da presidente, não tome medidas agora”

Um dos principais nomes do eventual governo Temer, o ex-governador e ex-ministro Moreira Franco (PMDB) adiou a divulgação do programa "A Travessia Social" depois que a presidente Dilma Rousseff indicou que pode liberar um pacote de bondades e antecipar algumas medidas previstas, como o aumento do benefício do Bolsa Família; “Eu espero que o espírito não seja vingativo, porque só vai prejudicar a sociedade brasileira, que está muito dividida. Eu espero que o governo atual, que está sendo objeto desse processo de impedimento da presidente, não tome medidas agora”
Um dos principais nomes do eventual governo Temer, o ex-governador e ex-ministro Moreira Franco (PMDB) adiou a divulgação do programa "A Travessia Social" depois que a presidente Dilma Rousseff indicou que pode liberar um pacote de bondades e antecipar algumas medidas previstas, como o aumento do benefício do Bolsa Família; “Eu espero que o espírito não seja vingativo, porque só vai prejudicar a sociedade brasileira, que está muito dividida. Eu espero que o governo atual, que está sendo objeto desse processo de impedimento da presidente, não tome medidas agora” (Foto: Roberta Namour)
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247 - Um dos principais nomes do eventual governo Temer, o ex-governador e ex-ministro Moreira Franco (PMDB) adiou a divulgação do programa "A Travessia Social" depois que a presidente Dilma Rousseff indicou que pode liberar um pacote de bondades e antecipar algumas medidas previstas, como o aumento do benefício do Bolsa Família.

“Eu espero que o espírito não seja vingativo, porque só vai prejudicar a sociedade brasileira, que está muito dividida. Há um nível de intolerância muito grande e o poder, o presidente da República, como símbolo da administração política do país, tem que dar o exemplo. Eu espero que o governo atual, que está sendo objeto desse processo de impedimento da presidente, não tome medidas agora”, disse ele, em entrevista ao Valor.

Embora não esteja confirmado, interlocutores do Planalto afirmam que o índice de reajuste do Bolsa Família será na faixa de 5%. A outra medida prevista por Dilma será um porcentual de correção da tabela do Imposto de Renda, para compensar a inflação acumulada nos últimos doze meses (leia aqui).

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