Movimentos anti-Dilma já preparam defesa de Temer

O Movimento Brasil Livre (MBL), de Kim Kataguiri, afirma que "o áudio vazado" mostra o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), como estadista", enquanto a conversa entre Dilma e Lula vazada pelo juiz Sérgio Moro a mostra como "criminosa"; o MBL ignora, no entanto, que o nome do peemedebista foi envolvido mais de quatro vezes nas investigações da Lava Jato, e foi citado como "padrinho do PMDB" nas indicações da Petrobras por diferentes delatores

O Movimento Brasil Livre (MBL), de Kim Kataguiri, afirma que "o áudio vazado" mostra o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), como estadista", enquanto a conversa entre Dilma e Lula vazada pelo juiz Sérgio Moro a mostra como "criminosa"; o MBL ignora, no entanto, que o nome do peemedebista foi envolvido mais de quatro vezes nas investigações da Lava Jato, e foi citado como "padrinho do PMDB" nas indicações da Petrobras por diferentes delatores
O Movimento Brasil Livre (MBL), de Kim Kataguiri, afirma que "o áudio vazado" mostra o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), como estadista", enquanto a conversa entre Dilma e Lula vazada pelo juiz Sérgio Moro a mostra como "criminosa"; o MBL ignora, no entanto, que o nome do peemedebista foi envolvido mais de quatro vezes nas investigações da Lava Jato, e foi citado como "padrinho do PMDB" nas indicações da Petrobras por diferentes delatores (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Movimentos de rua que se organizaram manifestações pelo impeachment da presidenta Dilma Rousseff passam a defender o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), já começam a se articular em defesa do peemedebista, caso ele assuma o Palácio do Planalto.

O Movimento Brasil Livre (MBL), de Kim Kataguiri, afirma que o áudio vazado "mostra Temer como estadista", enquanto a conversa entre Dilma e Lula vazada pelo juiz Sérgio Moro a mostra como "criminosa".

O MBL ignora, no entanto, que o nome de Temer foi envolvido mais de quatro vezes nas investigações da Lava Jato, e foi citado como "padrinho do PMDB" nas indicações da Petrobras por diferentes delatores.

O fato é que uma aliança com o vice-presidente Temer pode render cargos e alianças políticas para os candidatos que o MBL deve lançar através de partidos da oposição neste ano eleitoral municipal, além de 2018.

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