Núcleo duro de Dilma prevê queda de Cunha 'em dias'

Avaliação de assessores da presidente Dilma, que a acompanham em viagem à Suécia neste fim de semana, é de que a queda do presidente da Câmara é iminente e se dará em questão de dias; na opinião de um ministro, o agravamento das denúncias e o isolamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na Câmara, que tem perdido o apoio de aliados, deixa a situação do deputado insustentável; o peemedebista já perdeu também apoio no Conselho de Ética na Câmara, onde o presidente, José Carlos Araújo (PSD-BA), quer acelerar a investigação contra ele por quebra de decoro parlamentar e, em caso de condenação, sua possível cassação

Avaliação de assessores da presidente Dilma, que a acompanham em viagem à Suécia neste fim de semana, é de que a queda do presidente da Câmara é iminente e se dará em questão de dias; na opinião de um ministro, o agravamento das denúncias e o isolamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na Câmara, que tem perdido o apoio de aliados, deixa a situação do deputado insustentável; o peemedebista já perdeu também apoio no Conselho de Ética na Câmara, onde o presidente, José Carlos Araújo (PSD-BA), quer acelerar a investigação contra ele por quebra de decoro parlamentar e, em caso de condenação, sua possível cassação
Avaliação de assessores da presidente Dilma, que a acompanham em viagem à Suécia neste fim de semana, é de que a queda do presidente da Câmara é iminente e se dará em questão de dias; na opinião de um ministro, o agravamento das denúncias e o isolamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na Câmara, que tem perdido o apoio de aliados, deixa a situação do deputado insustentável; o peemedebista já perdeu também apoio no Conselho de Ética na Câmara, onde o presidente, José Carlos Araújo (PSD-BA), quer acelerar a investigação contra ele por quebra de decoro parlamentar e, em caso de condenação, sua possível cassação (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deve cair em questão de dias, avaliam assessores da presidente Dilma Rousseff que viajam com ela para a Suécia neste fim de semana. Dilma desembarcou neste sábado em Estocolmo por volta de 17h no horário local (12h em Brasília).

A presidente está acompanhada de ministros – Mauro Vieira, das Relações Exteriores, Armando Monteiro, do Desenvolvimento, Aldo Rebelo, da Defesa, e Celso Pansera de Ciência e Tecnologia – e do secretário de Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia. Até o momento, Dilma evitou falar com a imprensa.

De acordo com relatos do jornalista Leandro Colon, que viaja com a comitiva, os ministros assistiram juntos, na noite de sexta-feira, à reportagem do Jornal Nacional que mostrou os documentos pessoais de Cunha ligados a contas secretas na Suíça, por onde teriam passado milhões em propina.

A reação ao noticiário, segundo o repórter, foi de "espanto", e a avaliação foi de que a situação ficou insustentável para Cunha. Entre os motivos para a conclusão, além do agravamento das denúncias, está o fato de que deputados que apoiaram o peemedebista até agora estão se afastando.

Cunha já perdeu, por exemplo, o apoio no Conselho de Ética da Câmara, onde será investigado a pedido dos partidos PSOL e Rede, e com apoio de metade da bancada do PT, por quebra de decoro parlamentar. O presidente do Conselho, José Carlos Araújo (PSD-BA), quer acelerar o caso. "Quero fazer o mais rápido possível. Quanto mais rápido eu sair deste problema, melhor para mim", disse.

De acordo com um ministro, o desafio agora é encontrar um nome de consenso para substituir Cunha, a fim e acalmar o clima na Casa e possibilitar a aprovação de reformas propostas pelo governo pela arrumação da situação fiscal e contra a crise econômica, como a volta da CPMF. Durante a viagem, Dilma evitou falar de Cunha.

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