Ou o Brasil racha com um fascista ou se deixa pacificar com Haddad

A dimensão dos protestos da campanha #elenão, que levou mais de 1 milhão de brasileiros às ruas neste sábado contra a candidatura fascista de Jair Bolsonaro, coloca o Brasil diante de um impasse civilizatório: ou o País implode, se vier a ser governado pelo candidato que ameaça a democracia, ou se deixa pacificar com Fernando Haddad no comando; a boa notícia é que, em todas as pesquisas recentes, Haddad já vem abrindo uma folga confortável em relação ao extremista que é resultado do ódio disseminado no Brasil nos últimos anos; no Datafolha, Haddad vence Bolsonaro no segundo turno por 45% a 39%; vídeos

Ou o Brasil racha com um fascista ou se deixa pacificar com Haddad
Ou o Brasil racha com um fascista ou se deixa pacificar com Haddad (Foto: Esq.: Stuckert / Dir.: Centro de Operações do Rio)
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247 – O neofascismo brasileiro, resultado de uma campanha de ódio disseminada pela mídia brasileira para promover o golpe contra a presidente Dilma Rousseff, recebeu, neste sábado histórico, uma resposta à altura. Em várias cidades do Brasil e do mundo, mais de 1 milhão de brasileiros saíram às ruas para se levantar contra o fascismo representado pela candidatura do extremista Jair Bolsonaro – um candidato que causa perplexidade no mundo civilizado.

Em São Paulo, no Largo da Batata, e no Rio de Janeiro, na Cinelândia, havia mais de 100 mil de pessoas. Em Curitiba, na Boca Maldita, e em Belo Horizonte, na Praça da Estação, dezenas de milhares. E foi assim em todas as capitais e também nas pequenas e médias cidades do País. Em todos os locais, o mesmo grito: #elenão.

Isso significa que, no mesmo dia em que deixou o hospital, Bolsonaro pôde saber o quão repudiado é pela população brasileira. Todas as pesquisas o aponta como o mais rejeitado dos candidatos – e ele seria derrotado por todos no segundo turno. Se as eleições fossem hoje, Bolsonaro e Fernando Haddad disputariam o segundo turno e o petista venceria por 45% a 39%, segundo o Datafolha.

O Brasil se vê, portanto, diante de uma encruzilhada: ou o País implode, se vier a ser governado pelo candidato que ameaça a democracia, ou se deixa pacificar com Fernando Haddad no comando.

Abaixo, alguns vídeos do #elenão no Brasil e no mundo:

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