PPS joga a toalha sobre candidatura de Jungmann

O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, jogou a toalha sobre uma candidatura do ministro da Defesa, Raul Jungmann, nas eleições deste ano; "Dificilmente ele (Jungmann) sairá daqui a um mês para disputar a eleição", disse Freire; Jungmann deixou a pasta para comandar o Ministério Extraordinário da Segurança Pública

Brasília - Ministro da Defesa, Raul Jungmann, após reunião com o presidente Temer no Palácio do Planalto, fala sobre operação do Exército ao cerco a criminosos na Rocinha, no Rio de Janeiro (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Brasília - Ministro da Defesa, Raul Jungmann, após reunião com o presidente Temer no Palácio do Planalto, fala sobre operação do Exército ao cerco a criminosos na Rocinha, no Rio de Janeiro (Marcelo Camargo/Agência Brasil) (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, jogou a toalha sobre uma candidatura do ministro da Defesa, Raul Jungmann, nas eleições deste ano. "Dificilmente ele (Jungmann) sairá daqui a um mês para disputar a eleição", disse Freira durante entrevista à coluna Expresso.

Jungmann deixou a pasta para comandar o Ministério Extraordinário da Segurança Pública. O presidente do PPS interpretou esta decisão como a confirmação de que o seu correligionário não disputará cargo algum em outubro.

A criação da pasta da segurança precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 60 dias, prorrogáveis pelo mesmo período. O governo criará o ministério com característica temporária. De acordo com porta-voz da presidência da República, Alexandre Parola, "a pasta da Segurança Pública coordenará e promoverá a integração dos serviços de segurança pública em todo o território nacional em parceria com os entes federativos".

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