Processo no TSE perde força pelo desinteresse do PSDB

“Em conversas com os ministros Gilmar Mendes, novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, e seu antecessor Dias Toffoli, o presidente do PSDB, Aécio Neves, e o senador José Serra (PSDB-SP), ficaram convencidos que a trilha a ser percorrida pela ação de impugnação é íngreme e cheia de incertezas em relação a prazos, entre outros assuntos de natureza processual”, diz o colunista Raymundo Costa; “Se Dilma sobreviver, insistir com a ação no TSE daria apenas mais motivos para o PT acusar a oposição de golpismo, segundo tucanos”, afirma

“Em conversas com os ministros Gilmar Mendes, novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, e seu antecessor Dias Toffoli, o presidente do PSDB, Aécio Neves, e o senador José Serra (PSDB-SP), ficaram convencidos que a trilha a ser percorrida pela ação de impugnação é íngreme e cheia de incertezas em relação a prazos, entre outros assuntos de natureza processual”, diz o colunista Raymundo Costa; “Se Dilma sobreviver, insistir com a ação no TSE daria apenas mais motivos para o PT acusar a oposição de golpismo, segundo tucanos”, afirma
“Em conversas com os ministros Gilmar Mendes, novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, e seu antecessor Dias Toffoli, o presidente do PSDB, Aécio Neves, e o senador José Serra (PSDB-SP), ficaram convencidos que a trilha a ser percorrida pela ação de impugnação é íngreme e cheia de incertezas em relação a prazos, entre outros assuntos de natureza processual”, diz o colunista Raymundo Costa; “Se Dilma sobreviver, insistir com a ação no TSE daria apenas mais motivos para o PT acusar a oposição de golpismo, segundo tucanos”, afirma (Foto: Roberta Namour)
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247 - O processo de impugnação da chapa Dilma Rousseff - Michel Temer começa a perder força no TSE. Segundo Raymundo Costa, isso ocorre por dois motivos: não há parâmetros para o julgamento, diante do ineditismo da ação, e o principal interessado no recurso, o PSDB, decidiu no fim de semana jogar suas fichas no processo de impeachment.

“Em conversas com os ministros Gilmar Mendes, novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, e seu antecessor Dias Toffoli, o presidente do PSDB, Aécio Neves, e o senador José Serra (PSDB-SP), ficaram convencidos que a trilha a ser percorrida pela ação de impugnação é íngreme e cheia de incertezas em relação a prazos, entre outros assuntos de natureza processual”, diz.

O PSDB reuniu-se na sexta-feira no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, e decidiu apostar suas fichas no impeachment. Para os tucanos, a opção hoje seria esperar por 2018. “Se Dilma sobreviver, insistir com a ação no TSE daria apenas mais motivos para o PT acusar a oposição de golpismo, segundo tucanos”, afirma (leia aqui).

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