Procuradores apontam indícios contra Aécio e Dilma

Os procuradores que integram o grupo de trabalho do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, já concluíram a tarefa de juntar todas as informações das investigações sobre suposta tentativa de atrapalhar o andamento da Operação Lava Jato por parte da presidente Dilma Rousseff; os procuradores também veem indícios para pedir investigações do senador Aécio Neves; do ministro da Educação, Aloizio Mercadante; e do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, por exemplo; Delcídio citou nos depoimentos mais de 70 pessoas, com uma lista extensa de políticos

Os procuradores que integram o grupo de trabalho do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, já concluíram a tarefa de juntar todas as informações das investigações sobre suposta tentativa de atrapalhar o andamento da Operação Lava Jato por parte da presidente Dilma Rousseff; os procuradores também veem indícios para pedir investigações do senador Aécio Neves; do ministro da Educação, Aloizio Mercadante; e do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, por exemplo; Delcídio citou nos depoimentos mais de 70 pessoas, com uma lista extensa de políticos
Os procuradores que integram o grupo de trabalho do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, já concluíram a tarefa de juntar todas as informações das investigações sobre suposta tentativa de atrapalhar o andamento da Operação Lava Jato por parte da presidente Dilma Rousseff; os procuradores também veem indícios para pedir investigações do senador Aécio Neves; do ministro da Educação, Aloizio Mercadante; e do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, por exemplo; Delcídio citou nos depoimentos mais de 70 pessoas, com uma lista extensa de políticos (Foto: Romulo Faro)

247 - Os procuradores que integram o grupo de trabalho do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, já concluíram a tarefa de juntar todas as informações das investigações sobre suposta tentativa de atrapalhar o andamento da Operação Lava Jato por parte da presidente Dilma Rousseff. 

A previsão é de que nesta semana, que começa com o cenário político fervilhando por causa da votação do impeachment na Câmara dos Deputados, sejam encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (STF) os pedidos de inquérito com base na delação do ex-líder do governo Delcídio Amaral (sem partido-MS), que já estão em fase final na Procuradoria Geral da República (PGR).

Procuradores que trabalham com Janot veem indícios para pedir investigações do senador Aécio Neves (PSDB-MG); do ministro da Educação, Aloizio Mercadante; e do presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por exemplo. Delcídio citou nos depoimentos mais de 70 pessoas, com uma lista extensa de políticos.

Nesta semana, devem ser encaminhados os pedidos de abertura de inquérito ou arquivamento de cada um dos 20 fatos separados pela PGR com base nos depoimentos.

Desde a delação de Delcídio, procuradores já avaliam a possibilidade de um inquérito contra a presidente, o que ganhou força com o avanço da operação sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a chegada à PGR do material obtido nos grampos telefônicos.

Com relação à obstrução de investigações, a ideia é trazer para o campo criminal o parecer assinado pelo procurador-geral e encaminhado ao STF anteontem. Janot diz que a nomeação de Lula para a Casa Civil por Dilma faz parte do "cenário" em que foram identificadas diversas tentativas de atrapalhar as investigações criminais da Lava Jato e vê no ato uma forma de "tumultuar" e atrasar a investigação.

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