PSL quer indicar Moro, que condenou Lula sem provas, ao STF

O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, cotado para ser o ministro da Justiça em um eventual governo do candidato de extrema direita Jair Bolsonaro (PSL), disse que o presidenciável irá "discutir tabus", caso saia vencedor do segundo turno, dentre os tabus listados por ele está o o STF e que "ter um ministro com o perfil do juiz Sérgio Moro seria muito bom. É um nome que se cogita, sim; "Acho que, nos próximos quatro anos, seriam dois casos de aposentadoria compulsória. Duas indicações pela Presidência da República", destacou

PSL quer indicar Moro, que condenou Lula sem provas, ao STF
PSL quer indicar Moro, que condenou Lula sem provas, ao STF (Foto: Pedro de Oliveira/ ALEP)

247 - O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, cotado para ser o ministro da Justiça em um eventual governo do candidato de extrema direita Jair Bolsonaro (PSL), disse que o presidenciável irá "discutir tabus", caso saia vencedor do segundo turno. Para ele, dentre os tabus estão a Previdência, a reforma trabalhista e o Supremo Tribunal Federal (STF). Neste caso, Bebianno defende que um eventual governo do PSL indique o juiz Sergio Moro, que atua na Lava jato e foi responsável pela condenação sem provas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, à Corte.

"Seria bom que o STF recuperasse a sua credibilidade. Ter um ministro com o perfil do juiz Sérgio Moro seria muito bom. É um nome que se cogita, sim. Ele é uma pessoa séria, patriota e que quer o bem para o Brasil. Nossa relação com o STF será a melhor possível, harmoniosa", disse Bebianno ao jornal O Estado de S. Paulo.

Para ele, "o Poder Judiciário tem a sua autonomia. Isso precisa ser pensado pelo próprio Judiciário. Agora, de forma alguma há o desejo do Executivo de impor qualquer alteração do Judiciário. Os ministros são independentes. Acho que, nos próximos quatro anos, seriam dois casos de aposentadoria compulsória. Duas indicações pela Presidência da República. Serão indicações absolutamente republicanas, feitas pela competência e credibilidade", afirma.

 

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