PT contrata pesquisa para saber origem do ódio ao PT

Levantamento será feito pela empresa Marissol, que já trabalha para o Partido dos Trabalhadores e o resultado servirá de base para os debates da última etapa do 5º Congresso Nacional do partido, marcada para junho do ano que vem em Salvador, na Bahia; o PT também quer descobrir se o fenômeno está concentrado em São Paulo ou espalhado pelo País e, além disso, medir o risco de que as denúncias de corrupção da Operação Lava Jato fortaleçam a rejeição ao partido em outros estados; ex-presidente Lula, potencial candidato a suceder Dilma em 2018, começa a trabalhar desde já para evitar outra eleição no sufoco

Levantamento será feito pela empresa Marissol, que já trabalha para o Partido dos Trabalhadores e o resultado servirá de base para os debates da última etapa do 5º Congresso Nacional do partido, marcada para junho do ano que vem em Salvador, na Bahia; o PT também quer descobrir se o fenômeno está concentrado em São Paulo ou espalhado pelo País e, além disso, medir o risco de que as denúncias de corrupção da Operação Lava Jato fortaleçam a rejeição ao partido em outros estados; ex-presidente Lula, potencial candidato a suceder Dilma em 2018, começa a trabalhar desde já para evitar outra eleição no sufoco
Levantamento será feito pela empresa Marissol, que já trabalha para o Partido dos Trabalhadores e o resultado servirá de base para os debates da última etapa do 5º Congresso Nacional do partido, marcada para junho do ano que vem em Salvador, na Bahia; o PT também quer descobrir se o fenômeno está concentrado em São Paulo ou espalhado pelo País e, além disso, medir o risco de que as denúncias de corrupção da Operação Lava Jato fortaleçam a rejeição ao partido em outros estados; ex-presidente Lula, potencial candidato a suceder Dilma em 2018, começa a trabalhar desde já para evitar outra eleição no sufoco (Foto: Leonardo Attuch)

Por Lana Rizério, do portal Infomoney - O PT encomendou uma ampla pesquisa nacional para identificar as causas e as possíveis soluções para o antipetismo, principalmente em São Paulo, o maior colégio eleitoral do Brasil. O partido teria se assustado com os altos índices de rejeição a candidatos do partido nas últimas eleições. 

Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, a empresa Marissol vai apresentar uma proposta inicial de questionário, consultando eleitores em todos os estados do Brasil e fazer uma bateria de pesquisas qualitativas.

O jornal informa que o resultado servirá de base para os debates da última etapa do do 5º Congresso Nacional do partido, marcada para junho do ano que vem em Salvador (BA). Contudo, a  cúpula do PT já tem um diagnóstico preliminar sobre as causas do antipetismo. A onda teria começada nos protestos de junho de 2013, quando militantes petistas foram agredidos em manifestações em São Paulo, ganhou dimensão durante o processo eleitoral deste ano e continuou depois das eleições, com as manifestações contra a presidente Dilma Rousseff.

Os escândalos de corrupção teriam sido o estopim da onda antipetista, mas ainda há outros motivos de ordem ideológica e econômica que precisam ser explicados. O PT também quer descobrir se o fenômeno está concentrado em São Paulo ou espalhado pelo País e também o temor que as denúncias de corrupção na Petrobras, investigadas na Operação Lava Jato, fortaleça a rejeição ao partido em outros estados.

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