Relator sinaliza contra divisão de chapa e Temer pode ser cassado

Ministro Herman Benjamin, relator no TSE do processo que pede a cassação da chapa que elegeu Dilma Rousseff e Michel Temer em 2014, deu sinais a colegas de que votará contra a tese de que houve separação das contas dos dois; magistrado teria dito dois colegas do tribunal que "não vê sentido" na separação; caso o voto do ministro seja acatado pela maioria do Plenário, Temer terá o mandato cassado e novas eleições serão convocadas; se a decisão sair este ano ainda, serão eleições diretas

Ministro Herman Benjamin, relator no TSE do processo que pede a cassação da chapa que elegeu Dilma Rousseff e Michel Temer em 2014, deu sinais a colegas de que votará contra a tese de que houve separação das contas dos dois; magistrado teria dito dois colegas do tribunal que "não vê sentido" na separação; caso o voto do ministro seja acatado pela maioria do Plenário, Temer terá o mandato cassado e novas eleições serão convocadas; se a decisão sair este ano ainda, serão eleições diretas
Ministro Herman Benjamin, relator no TSE do processo que pede a cassação da chapa que elegeu Dilma Rousseff e Michel Temer em 2014, deu sinais a colegas de que votará contra a tese de que houve separação das contas dos dois; magistrado teria dito dois colegas do tribunal que "não vê sentido" na separação; caso o voto do ministro seja acatado pela maioria do Plenário, Temer terá o mandato cassado e novas eleições serão convocadas; se a decisão sair este ano ainda, serão eleições diretas (Foto: Aquiles Lins)

247 - O ministro Herman Benjamin, relator no Tribunal Superior Eleitoral do processo que pede a cassação da chapa que elegeu Dilma Rousseff e Michel Temer em 2014, deu sinais a colegas do Superior Tribunal de Justiça de que votará contra a tese de que houve separação das contas dos dois. Informação foi divulgada pelo colunista Lauro Jardim neste domingo, 27.

"Benjamin, que só deverá liberar o processo para a pauta em 2017, afirmou a dois colegas do tribunal que "não vê sentido" na separação", disse Jardim.

Caso o voto do ministro seja acatado pela maioria do Plenário, Temer terá o mandato cassado e novas eleições serão convocadas. Se a decisão sair este ano ainda, serão eleições diretas. Se o TSE decidir a questão apenas em 2017, o substituto de Temer será eleito pelo Congresso Nacional.

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