Se passar na Câmara, Senado vota afastamento de Dilma em 11 de maio

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), já começou as primeiras conversas para definir o rito do processo de impeachment na Casa, caso seja aprovado na Câmara no próximo domingo (17); a assessoria técnica do Senado prevê que o Senado possa votar até o dia 11 de maio o pedido de instauração do processo com o consequente afastamento automático de Dilma; essa decisão - que será tomada pela maioria dos senadores presentes em plenário - é crucial porque a partir dela o vice-presidente Michel Temer assumirá o cargo por até 180 dias, caso o julgamento da presidente não seja concluído até esse prazo

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), já começou as primeiras conversas para definir o rito do processo de impeachment na Casa, caso seja aprovado na Câmara no próximo domingo (17); a assessoria técnica do Senado prevê que o Senado possa votar até o dia 11 de maio o pedido de instauração do processo com o consequente afastamento automático de Dilma; essa decisão - que será tomada pela maioria dos senadores presentes em plenário - é crucial porque a partir dela o vice-presidente Michel Temer assumirá o cargo por até 180 dias, caso o julgamento da presidente não seja concluído até esse prazo
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), já começou as primeiras conversas para definir o rito do processo de impeachment na Casa, caso seja aprovado na Câmara no próximo domingo (17); a assessoria técnica do Senado prevê que o Senado possa votar até o dia 11 de maio o pedido de instauração do processo com o consequente afastamento automático de Dilma; essa decisão - que será tomada pela maioria dos senadores presentes em plenário - é crucial porque a partir dela o vice-presidente Michel Temer assumirá o cargo por até 180 dias, caso o julgamento da presidente não seja concluído até esse prazo (Foto: Valter Lima)
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247 - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), já começou as primeiras conversas para definir o rito do processo de impeachment na Casa, caso seja aprovado na Câmara no próximo domingo (17). A assessoria técnica do Senado prevê que o Senado possa votar até o dia 11 de maio o pedido de instauração do processo com o consequente afastamento automático de Dilma.

Essa decisão - que será tomada pela maioria dos senadores presentes em plenário - é crucial porque a partir dela o vice-presidente Michel Temer assumirá o cargo por até 180 dias, caso o julgamento da presidente não seja concluído até esse prazo.

Se chegar ao Senado, Renan deverá convocar uma reunião de líderes partidários para definir o rito do pedido e, se for necessário, tirar dúvidas com o Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o trâmite a ser adotado.

Auxiliares de Renan dizem que uma das saídas seria aprovar uma resolução do Senado para dirimir as dúvidas - contudo, essa saída é politicamente delicada porque levará questões procedimentais para serem votadas em plenário.

Renan deverá usar todo o prazo regimental previsto para a instrução do processo.

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