Serra sondou Delcídio quando Preciado apareceu na Lava Jato

Divulgação da conversa do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) mostra que o senador José Serra (PSDB-SP) estaria preocupado com a divulgação do nome de Gregório Marin Preciado, casado com sua prima, nas irregularidades na Petrobras; a partir do minuto 58 da conversa, Delcídio que o doleiro Fernando Baiano estava à frente da operação de negócios da Petrobras na África, mas quem organizava tudo era Preciado; e que, quando o nome de Preciado apareceu, segundo Delcídio, ele foi procurado por Serra, que "me convidou para almoçar outro dia, e ele rodeando no almoço, rodeando"

Divulgação da conversa do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) mostra que o senador José Serra (PSDB-SP) estaria preocupado com a divulgação do nome de Gregório Marin Preciado, casado com sua prima, nas irregularidades na Petrobras; a partir do minuto 58 da conversa, Delcídio que o doleiro Fernando Baiano estava à frente da operação de negócios da Petrobras na África, mas quem organizava tudo era Preciado; e que, quando o nome de Preciado apareceu, segundo Delcídio, ele foi procurado por Serra, que "me convidou para almoçar outro dia, e ele rodeando no almoço, rodeando"
Divulgação da conversa do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) mostra que o senador José Serra (PSDB-SP) estaria preocupado com a divulgação do nome de Gregório Marin Preciado, casado com sua prima, nas irregularidades na Petrobras; a partir do minuto 58 da conversa, Delcídio que o doleiro Fernando Baiano estava à frente da operação de negócios da Petrobras na África, mas quem organizava tudo era Preciado; e que, quando o nome de Preciado apareceu, segundo Delcídio, ele foi procurado por Serra, que "me convidou para almoçar outro dia, e ele rodeando no almoço, rodeando" (Foto: Aquiles Lins)

247 com Jornal GGN - A divulgação das conversas do senador Delcídio Amaral (PT-MS) lança um facho de luz sobre um personagem que, até agora, apareceu apenas de relance na Lava Jato: Gregório Preciado, casado com uma prima do senador José Serra (PSDB-SP) e bastante ligado a ele, a ponto de ser um dos personagens centrais de sua vida pública.

Aos 58:46, o advogado Edson conta a Bernardo que Fernando Baiano fez um acordo com Nestor para não falar sobre o assunto África, "porque era de uma empresa espanhola que, se não me engano, era dele também". Nestor topou o acordo e não confessou.

Segundo Delcídio, Nestor poupou Preciado. Fernando Baiano estava à frente da operação, mas quem organizava tudo era Preciado.

Quando o nome de Preciado apareceu, segundo Delcídio, ele foi procurado por Serra. "O Serra me convidou para almoçar outro dia (...) Ele [Preciado] é cunhado do Serra. E uma das coisas que eles levantaram nessa reunião na Espanha, eu não sei [se] sobre sondas ou Pasadena, mas houve uma reunião na Espanha, e existia esse espanhol que não foi identificado. E é o Gregório. É o Gregório. O Nestor conheceu o Gregório."

Como Bernardo nada sabia sobre Preciado, Delcídio conta que Baiano conhecia, porque Preciado fez negócios com a Petrobras, através da Union Fenosa. Segundo Delcídio, foi Paulo Roberto quem abriu espaço para os espanhóis, "por decisão superior". Isso tudo antes de 2003.

Na delação, Baiano diz que Preciado teria obtido entre US$ 500 mil e US$ 700 mil para usar uma empresa sob seu controle para distribuir propina de US$ 15 milhões relativa à aquisição da refinaria americana de Pasadena pela Petrobras. A empresa citada por Baiano é a Iberbrás Integración de Negocios y Tecnologia.

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