Só bolsonaristas apoiam Bolsonaro; filhos estão interferindo, diz pesquisa

Pesquisa do instituto MDA encomendada pela CNT mostra que o apoio a Bolsonaro na sociedade está restrito ao bolsonarismo; a pesquisa indica que apenas 38,9% da população consideram "ótimo" ou "bom" seu governo; o percentual é quase idêntico à fatia do eleitorado que votou nele no segundo turno: 39,3% do eleitorado (57,7 milhões de votos); a pesquisa dá conta do estrago causado pelo clã: para 56,8% dos entrevistados, os filhos do presidente estão interferindo no governo. 

Só bolsonaristas apoiam Bolsonaro; filhos estão interferindo, diz pesquisa
Só bolsonaristas apoiam Bolsonaro; filhos estão interferindo, diz pesquisa (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)

247 - Pesquisa do instituto MDA encomendada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte)  mostra que o apoio a Bolsonaro na sociedade está restrito ao bolsonarismo. A pequisa indica que apenas 38,9% da população consideram "ótimo" ou "bom" seu governo. O percentual é quase idêntico à fatia do eleitorado que votou nele no segundo turno: 39,3% do eleitorado (57,7 milhões de votos). A pesquisa dá conta do estrago causado pelo clã: para 56,8% dos entrevistados, os filhos do presidente estão interferindo no governo. 

Os que avaliaram a gestão como regular somaram 29%, e os que o avaliaram como ruim ou péssimo foram 19%.

De acordo com o levantamento, para 75%,1% da população, os familiares, políticos ou não, de um presidente da República não devem influenciar o mandatário nas decisões de governo. Os dados apontam que, para 56,8% dos entrevistados, os filhos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) - vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) - estão interferindo nas decisões do pai no Palácio do Planalto. Sobre a avaliação pessoal, 57,5% aprovam o presidente; 28,2% o desaprovam e 14,3% não sabem ou não responderam.

Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 137 municípios de 25 Unidades Federativas nas cinco regiões do país entre os dias 21 e 23 de fevereiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. 

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