Temer chama reunião sobre massacre de Manaus, mas ainda não decidiu se fala

Pressionado a comentar o segundo maior massacre em presídios no País, episódio lamentado até mesmo pelo papa Francisco, Michel Temer convocou reunião do núcleo institucional do governo para esta quinta-feira 5, a fim de discutir a crise do sistema prisional brasileiro e especialmente o massacre que deixou 56 mortos em um presídio de Manaus; o objetivo é colocar a tese de que os crimes não ocorreram por omissão do governo federal; não foi definido ainda se uma parte do encontro será aberta à imprensa e se Temer fará discurso; nova demonstração de covardia do Palácio do Planalto tem sido amplamente criticada

Pressionado a comentar o segundo maior massacre em presídios no País, episódio lamentado até mesmo pelo papa Francisco, Michel Temer convocou reunião do núcleo institucional do governo para esta quinta-feira 5, a fim de discutir a crise do sistema prisional brasileiro e especialmente o massacre que deixou 56 mortos em um presídio de Manaus; o objetivo é colocar a tese de que os crimes não ocorreram por omissão do governo federal; não foi definido ainda se uma parte do encontro será aberta à imprensa e se Temer fará discurso; nova demonstração de covardia do Palácio do Planalto tem sido amplamente criticada
Pressionado a comentar o segundo maior massacre em presídios no País, episódio lamentado até mesmo pelo papa Francisco, Michel Temer convocou reunião do núcleo institucional do governo para esta quinta-feira 5, a fim de discutir a crise do sistema prisional brasileiro e especialmente o massacre que deixou 56 mortos em um presídio de Manaus; o objetivo é colocar a tese de que os crimes não ocorreram por omissão do governo federal; não foi definido ainda se uma parte do encontro será aberta à imprensa e se Temer fará discurso; nova demonstração de covardia do Palácio do Planalto tem sido amplamente criticada (Foto: Gisele Federicce)

247 - Pressionado a comentar o segundo maior massacre em presídios no País, Michel Temer convocou reunião do núcleo institucional do governo para esta quinta-feira 5, a fim de discutir a crise do sistema prisional brasileiro e especialmente o massacre que deixou 56 mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus (AM).

O objetivo é colocar a tese de que os crimes não ocorreram por omissão do governo federal. Temer pretendia falar sobre o caso depois que o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, fizesse um diagnóstico. Ontem, porém, ele mudou de ideia. O Planalto avaliou que o massacre é um problema do Estado do Amazonas e que a manifestação do governo foi feita com a ação in loco de Moraes, que viajou à capital.

Não foi definido ainda se uma parte do encontro desta quinta será aberta à imprensa, nem se Temer fará discurso. A reunirão terá a presença de representantes da Casa Civil, dos ministérios da Justiça, Defesa, Relações Exteriores, Planejamento e Transparência, além de integrantes da Advocacia Geral da União (AGU), do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e da Polícia Federal, segundo reportagem do Estado de S.Paulo.

Nesta quarta, até o papa Francisco lamentou as mortes dos detentos. "Ontem, chegaram notícias dramáticas do Brasil sobre o massacre ocorrido no presídio de Manaus, onde um violentíssimo confronto entre grupos rivais causou dezenas de mortes", disse o pontífice (leia aqui).

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