Temer tenta abrir os cofres federais para se manter no cargo

Acuado pelas denúncias que afetam diretamente o próprio Michel Temer, o governo federal tenta manter a base aliada sob controle e manter a governabilidade prometendo liberar entre R$ 2 bilhões e R$ 5 bilhões em despesas contingenciadas no Orçamento; nesta semana, o governo tentará aprovar, na Câmara dos Deputados, a medida provisória que trata dos parcelamentos dos débitos tributários por meio do Refis e o fim da guerra fiscal entre os Estados e a reação dos parlamentares ao acordo fechado entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) – que também teve o seu nome citado por delatores pela Lava Jato -, e a equipe econômica é vista como fundamental para a sobrevivência do próprio governo

Presidente Michel Temer 12/04/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino
Presidente Michel Temer 12/04/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino (Foto: Paulo Emílio)

247 - Acuado pelas denúncias que afetam diretamente o próprio Michel Temer, o governo federal tenta manter a base aliada sob controle e manter a governabilidade prometendo liberar entre R$ 2 bilhões e R$ 5 bilhões em despesas contingenciadas no Orçamento. Nesta semana, o governo tentará aprovar, na Câmara dos Deputados, a medida provisória que trata dos parcelamentos dos débitos tributários por meio do Refis e o fim da guerra fiscal entre os Estados. As negociações para a aprovação do pacote econômico tiveram início na última sexta-feira, poucas horas após as acusações contra Temer virem à tona

O detalhamento das propostas e o relatório de avaliação das despesas e receitas orçamentárias tem que ser encaminhado ao Congresso até esta segunda-feira (22), prazo final para a apresentação. A aprovação das iniciativas é encarada pelo governo como um teste de força política para evitar a paralisação dos projetos considerados essenciais e para demonstrar que Temer ainda mantém força suficiente para garantir a governabilidade em meio à crise política e institucional gerada pelas gravações do empresário Joesley Batista.

A reação dos parlamentares ao acordo fechado entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) – que também teve o seu nome citado por delatores pela Lava Jato, e a equipe econômica do governo Temer é vista como fundamental para a sobrevivência do próprio governo.

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