Temer vai ao STF para resistir no cargo, contra a vontade de 92% dos brasileiros

Michel Temer apresentou um habeas corpus ao Supremo Tribunal Federal contra as decisões do ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte; o teor do documento não está disponível no site do STF, apenas a informação de quem será o relator: Luís Roberto Barroso; um dia depois de negar com veemência sua renúncia, o peemedebista, que é formalmente investigado e está atolado em denúncias de corrupção, tenta sobreviver no Planalto contra a vontade de 92% dos brasileiros que o querem fora do poder

Michel Temer apresentou um habeas corpus ao Supremo Tribunal Federal contra as decisões do ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte; o teor do documento não está disponível no site do STF, apenas a informação de quem será o relator: Luís Roberto Barroso; um dia depois de negar com veemência sua renúncia, o peemedebista, que é formalmente investigado e está atolado em denúncias de corrupção, tenta sobreviver no Planalto contra a vontade de 92% dos brasileiros que o querem fora do poder
Michel Temer apresentou um habeas corpus ao Supremo Tribunal Federal contra as decisões do ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte; o teor do documento não está disponível no site do STF, apenas a informação de quem será o relator: Luís Roberto Barroso; um dia depois de negar com veemência sua renúncia, o peemedebista, que é formalmente investigado e está atolado em denúncias de corrupção, tenta sobreviver no Planalto contra a vontade de 92% dos brasileiros que o querem fora do poder (Foto: Gisele Federicce)

247 - Um dia após negar com veemência sua renúncia em um pronunciamento à nação, Michel Temer tenta permanecer no cargo indo ao Supremo Tribunal Federal.

O peemedebista apresentou um habeas corpus junto ao STF contra as decisões do ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte.

O teor do documento não está disponível no site do Supremo, apenas a informação de quem será o relator: o ministro Luís Roberto Barroso.

Fachin aceitou ontem um pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e abriu um inquérito contra Temer, que passou a ser formalmente investigado na Operação Lava Jato sob a acusação de obstrução à justiça. 

Atolado em denúncias de corrupção após a delação do empresário Joesley Batista, da JBS, Temer tenta sobreviver na presidência contra a vontade de 92% dos brasileiros.

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