Todo PMDB tem seu preço: agora é o 6º ministério

Presidente Dilma Rousseff recebe cúpula do PMDB no Palácio do Alvorada, em reunião marcada para o final da tarde; pauta inicial tinha como tema a cabeça do líder do partido na Câmara, Eduardo Cunha, mas uma surpresinha vai sendo arquitetada de última hora; chefes do PMDB devem pedir confirmação da pasta do Turismo e, ainda, exigir um sexto ministério, que pode ser o da Ciência e Tecnologia, Portos ou Desenvovilmento; em troca, mais do mesmo: redução momentânea da pressão para aumentá-la logo em seguida; como Dilma irá reagir?

Presidente Dilma Rousseff recebe cúpula do PMDB no Palácio do Alvorada, em reunião marcada para o final da tarde; pauta inicial tinha como tema a cabeça do líder do partido na Câmara, Eduardo Cunha, mas uma surpresinha vai sendo arquitetada de última hora; chefes do PMDB devem pedir confirmação da pasta do Turismo e, ainda, exigir um sexto ministério, que pode ser o da Ciência e Tecnologia, Portos ou Desenvovilmento; em troca, mais do mesmo: redução momentânea da pressão para aumentá-la logo em seguida; como Dilma irá reagir?
Presidente Dilma Rousseff recebe cúpula do PMDB no Palácio do Alvorada, em reunião marcada para o final da tarde; pauta inicial tinha como tema a cabeça do líder do partido na Câmara, Eduardo Cunha, mas uma surpresinha vai sendo arquitetada de última hora; chefes do PMDB devem pedir confirmação da pasta do Turismo e, ainda, exigir um sexto ministério, que pode ser o da Ciência e Tecnologia, Portos ou Desenvovilmento; em troca, mais do mesmo: redução momentânea da pressão para aumentá-la logo em seguida; como Dilma irá reagir? (Foto: Felipe L. Goncalves)
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247 – Senhorio dos ministérios da Agricultura, Minas e Energia, Previdência e Aviação Civil, o PMDB quer da presidente Dilma Rousseff não apenas a confirmação da pasta do Turismo como obter mais um naco no primeiro escalão do governo. E que naco. O sexto ministério a ser apoderado pelo partido pode ser o da Ciência e Tecnologia, dos Portos ou do Desenvolvimento, como corre em Brasília. Em troca, mais do mesmo em uma relação de pressões, concessões e conquistas. O prosseguimento da política do toma-lá-dá-cá.

É esse o cardápio que Dilma terá de enfrentar no final da tarde deste domingo, na reunião que ela mesma convocou com chefes do PMDB.

A intenção da, presidente combinada com seu seu staff político, seria a de, segundo os rumores não confirmados, pedir a cabeça do irrequieto líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha, a quem a presidente teria acusado de praticar "chantagem". A palavra, não desconfirmada, teria sido pronunciada na reunião com o ex-presidente Lula, ministros e assessores na quarta-feira de cinzas, no Palácio da Alvorada.

O PMDB vai ao encontro com Dilma, marcado para o final da tarde deste domingo, também no Alvorada, mostrando-se pouco impressionado com a avaliação da presidente. Antes da conversa, que deverá ter, também, o ministro chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, os caciques do PMDB, entre os quais os presidentes do Senado e da Câmara, Renan Calheiros e Henrique Alves, se reunião com Temer no Palácio do Jaburu, bem ao lado, residência oficial do vice-presidente.

Está em jogo, por detrás da pressão do PMDB pela confirmação do quinto ministério e obtenção do sexto o apoio do partido à reeleição de Dilma. O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) recusou o convite para assumir a pasta do Turismo dizendo-se em solidariedade com a bancada de deputados federais do partido, que se diz insatisfeita. O porta-voz dessas reclamação é o líder Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A reunião chamada por Dilma tinha como pauta inicial a cabeça dele, mas pode acabar em mais espaço para o partido na administração federal.

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