Transporte sustentável: desafio para São Paulo

Até 2018, o transporte público da capital paulista não deverá usar mais combustíveis fósseis. O desafio não é fácil, mas o gestor público deve estar ciente do desafio

Até 2018, o transporte público de São Paulo não deverá usar mais combustíveis fósseis, ou seja, gasolina e diesel. Está na lei, a Política Municipal de Mudança do Clima. Com isso, a cidade vai ter de investir fortemente em meios de transporte gerados por fontes renováveis de energia.

O desafio não é fácil, pois faltam seis anos para que a meta seja cumprida, mas o gestor público deve estar ciente do desafio e encará-lo de frente.

Além de ampliar os investimentos em transportes sobre trilhos, a cidade também voltou a ver com bons olhos os trólebus. Antes condenados, os veículos movidos a energia elétrica voltaram a ser uma excelente alternativa de transporte público.

Mas os números ainda são pequenos perto de uma frota de cerca de 15 mil veículos. Este será uma grande tarefa para a próxima gestão municipal.

O trabalho de transformar um transporte hoje poluente em sustentável será árdua, mas é plenamente realizável. Além disso, a colaboração da cidade para o meio ambiente global e para a melhora a qualidade de vida dos paulistanos é algo essencial.

Ricardo Tripoli é pré-candidato a Prefeitura de São Paulo. É deputado federal, advogado e ambientalista.

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