TSE e Exército irão monitorar fake news nas eleições

 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Ministério da Defesa criaram um grupo de trabalho para analisar o combate a crimes cibernéticos nas eleições de 2018; o Exército poderá atuar no monitoramento das fake news, boatos disseminados em redes sociais com potencial de influenciar o pleito

 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Ministério da Defesa criaram um grupo de trabalho para analisar o combate a crimes cibernéticos nas eleições de 2018; o Exército poderá atuar no monitoramento das fake news, boatos disseminados em redes sociais com potencial de influenciar o pleito
 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Ministério da Defesa criaram um grupo de trabalho para analisar o combate a crimes cibernéticos nas eleições de 2018; o Exército poderá atuar no monitoramento das fake news, boatos disseminados em redes sociais com potencial de influenciar o pleito (Foto: Charles Nisz)

247 - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Ministério da Defesa criaram um grupo de trabalho para analisar o combate a crimes cibernéticos. O Exército poderá atuar no monitoramento das fake news, boatos disseminados em redes sociais com potencial de influenciar as eleições. O assunto foi discutido hoje (25) numa reunião entre o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, e os ministros da Defesa, Raul Jungmann; do Gabinete de Segurança Institucional, general Sergio Etchegoyen, e da Justiça, Torquato Jardim.

O ministro Gilmar Mendes diz que houve avanços na questão do acompanhamento das fake news. Segundo Gilmar, o tema interferiu em várias eleições. O presidente do TSE citou como exemplo o escândalo nas últimas eleições presidenciais da França, conhecido como Macron Leaks. A disseminação de boatos também será discutida com juízes eleitorais e a Justiça Eleitoral deve baixar resoluções que disciplinem o tema para o pleito do ano que vem.

Recentemente, o assunto esteve em pauta por ter sido incluído na reforma política aprovada pelo Congresso. Em um de seus artigos, o texto previa que os provedores de aplicativos e redes sociais seriam obrigados a suspender publicações quando estas fossem denunciadas por serem falsas ou incitarem o ódio durante o pleito. Após ser apontado por entidades da sociedade civil como uma possível tentativa de censura, Michel Temer decidiu vetar o artigo.

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