Valor: só denúncia de Raquel pode mudar opinião da Câmara

Em reportagem nesta segunda-feira, 2, o jornal Valor Econômico, do grupo Globo, afirma que a menos que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, assine uma denúncia contra Michel Temer, a situação do peemedebista segue tranquila na Câmara; segundo o Valor, uma representação de Raquel Dodge é considerada improvável no Congresso; se ocorresse, retiraria todo o caráter de vindita pessoal dos pedidos feitos pelo antigo procurador-geral Rodrigo Janot; mas não existe nenhum movimento nesse sentido, ao menos visível aos sensores do Congresso

Em reportagem nesta segunda-feira, 2, o jornal Valor Econômico, do grupo Globo, afirma que a menos que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, assine uma denúncia contra Michel Temer, a situação do peemedebista segue tranquila na Câmara; segundo o Valor, uma representação de Raquel Dodge é considerada improvável no Congresso; se ocorresse, retiraria todo o caráter de vindita pessoal dos pedidos feitos pelo antigo procurador-geral Rodrigo Janot; mas não existe nenhum movimento nesse sentido, ao menos visível aos sensores do Congresso
Em reportagem nesta segunda-feira, 2, o jornal Valor Econômico, do grupo Globo, afirma que a menos que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, assine uma denúncia contra Michel Temer, a situação do peemedebista segue tranquila na Câmara; segundo o Valor, uma representação de Raquel Dodge é considerada improvável no Congresso; se ocorresse, retiraria todo o caráter de vindita pessoal dos pedidos feitos pelo antigo procurador-geral Rodrigo Janot; mas não existe nenhum movimento nesse sentido, ao menos visível aos sensores do Congresso (Foto: Aquiles Lins)

247 - Em reportagem nesta segunda-feira, 2, o jornal Valor Econômico, do grupo Globo, afirma que a menos que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, assine uma denúncia contra Michel Temer, a situação do peemedebista segue tranquila na Câmara.

Segundo o Valor, uma representação de Raquel Dodge é considerada improvável no Congresso. Se ocorresse, retiraria todo o caráter de vindita pessoal dos pedidos feitos pelo antigo procurador-geral Rodrigo Janot. Mas não existe nenhum movimento nesse sentido, ao menos visível aos sensores do Congresso.

"É por essa razão que os dirigentes de partidos como o PP e o PR, os que mais reclamam do Palácio do Planalto, afirmam que apenas o mau humor não será bastante para se refletir no voto das bancadas, por enquanto majoritariamente pró-Temer. O PP é o aliado mais emburrado com o governo", diz o jornal 

"A segunda denúncia do ex-procurador-geral Rodrigo Janot contra Michel Temer é considerada mais fraca que a primeira, entre os parlamentares, inclusive porque trata de assuntos que teriam ocorrido quando Temer não era o presidente. O chefe da nação somente pode ser responsabilizado judicialmente por atos praticados no exercício da função", acrescenta. 

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