Wagner: PMDB fora abre espaço a “novo governo“

O ministro chefe de gabinete de Dilma, Jaques Wagner, afirmou nesta terça (29) que a decisão do PMDB de romper com o governo representa o momento de a presidente Dilma Rousseff "repactuar o governo"; "O governo recebe com naturalidade a decisão interna do PMDB, agradece todo esse tempo de colaboração que tivemos ao longo desses cinco anos no governo da presidente Dilma, e creio que a decisão chega numa boa hora, porque oferece à presidente Dilma ótima oportunidade de repactuar seu governo", disse; questionado como fica a relação entre Dilma e o vice Michel Temer, ele disse que passará a ser "educada", embora "politicamente interditada"

O ministro chefe de gabinete de Dilma, Jaques Wagner, afirmou nesta terça (29) que a decisão do PMDB de romper com o governo representa o momento de a presidente Dilma Rousseff "repactuar o governo"; "O governo recebe com naturalidade a decisão interna do PMDB, agradece todo esse tempo de colaboração que tivemos ao longo desses cinco anos no governo da presidente Dilma, e creio que a decisão chega numa boa hora, porque oferece à presidente Dilma ótima oportunidade de repactuar seu governo", disse; questionado como fica a relação entre Dilma e o vice Michel Temer, ele disse que passará a ser "educada", embora "politicamente interditada"
O ministro chefe de gabinete de Dilma, Jaques Wagner, afirmou nesta terça (29) que a decisão do PMDB de romper com o governo representa o momento de a presidente Dilma Rousseff "repactuar o governo"; "O governo recebe com naturalidade a decisão interna do PMDB, agradece todo esse tempo de colaboração que tivemos ao longo desses cinco anos no governo da presidente Dilma, e creio que a decisão chega numa boa hora, porque oferece à presidente Dilma ótima oportunidade de repactuar seu governo", disse; questionado como fica a relação entre Dilma e o vice Michel Temer, ele disse que passará a ser "educada", embora "politicamente interditada" (Foto: Valter Lima)

247 - O ministro chefe de gabinete de Dilma, Jaques Wagner, afirmou nesta terça-feira (29) que a decisão do PMDB de romper com o governo representa o momento de a presidente Dilma Rousseff "repactuar o governo". Para o ministro, a medida tomada pelo partido abre espaço para "um novo governo".

"O governo recebe com naturalidade a decisão interna do PMDB, agradece todo esse tempo de colaboração que tivemos ao longo desses cinco anos no governo da presidente Dilma, e creio que a decisão chega numa boa hora, porque oferece à presidente Dilma ótima oportunidade de repactuar seu governo", disse Wagner.

"Poderia até falar em um novo governo, porque sai um parceiro importante, mas abre espaço político para repactuação do governo. Isso já aconteceu em outros governos, inclusive comigo na Bahia, e a politica é assim, vivida na realidade. A gente trabalha para manter aliança, que não pôde ser mantida, mas agora estamos repactuando as alianças do governo e até sexta teremos novidade", completou.

Jaques Wagner informou que ainda esta noite Dilma terá uma reunião com seus principais colaboradores palacianos, da qual poderá participar o ex-presidente Lula. Até sexta-feira, ele acredita que o governo terá novidades sobre a repactuação. Entre os partidos com quem o governo está dialogando estão o PR, PP e siglas menores, afora os peemedebistas que não seguirão a orientação do partido. Com esta nova coalizão o governo espera formar a trincheira de 171 votos para evitar a aprovação do impeachment na Câmara. "Impeachment sem causa é golpe", disse o ministro.

Ele evitou falar sobre a possibilidade de permanência de ministros do PMDB no governo. “A presidente ainda está analisando a decisão. Para nós, o que interessa é que abriu um espaço de repactuação.. Acho que foi bom o PMDB tomar sua decisão antes da votação. Dá oportunidade para a presidenta Dilma repactuar o governo, não apenas para a votação que se aproxima, mas para os dois anos e nove meses que restam de seu mandato.

Relação Dilma e Temer

Na entrevista, Jaques Wagner também dedicou parte de sua fala a uma avaliação sobre como fica a relação entre Dilma e o vice Michel Temer. Para ele, esta relação passará a ser "educada", embora "politicamente interditada".

 

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