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PSL define Delegado Waldir para a liderança do partido na Câmara

Antonio Augusto / Câmara dos Deputados: <p>Delegado Waldir </p>

Depois de uma longa reunião com o presidente eleito, Jair Bolsonaro, o PSL definiu que a liderança do partido ficará nas mãos do deputado Delegado Waldir (GO) e, a pedido do presidente, deve evitar discussões sobre a sucessão para a presidência da Câmara

Deltan Dallagnol na PGR?

Fernando Frazão/Agência Brasil: <p>Deltan Dallagnol</p>

Escreve o jornalista Elio Gaspari, em sua coluna no Globo, neste domingo (9), que o futuro ministro da Justiça, o ex-juiz Sérgio Moro, tentará colocar o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Lava Jato em Curitiba, na Procuradoria-Geral da República no lugar de Raquel Dodge; "tem gente convencida de que o futuro ministro Sergio Moro tentará colocar o procurador Deltan Dallagnol na Procuradoria-Geral da República quando terminar o mandato de Raquel Dodge"

Em pé de guerra, PSL vive ameaça de isolamento

José Cruz/Agência Brasil: <p>bolsonaro</p>

A guerra interna travada dentro do PSL fez com que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, convocasse reunião para a próxima quarta-feira (12), em Brasília, para tentar apaziguar os ânimos; segunda maior bancada da Câmara dos Deputados, com 52 parlamentares eleitos, o partido também se encontra ameaçada de isolamento por conta da articulação de um "blocão" sem a legenda

Contra Renan, senadores cogitam apoiar Tasso

Roque de Sá/Agência Senado: <p>Tasso Jereissati</p>

Temendo encarar o conciliador e fortíssimo candidato Renan Calheiros para mais uma presidência do senado, senadores eleitos do PSDB, PDT, PPS, Rede e setores do PSL começam a cogitar a candidatura do tucano Tasso Jereissati para o biênio 2018-2020. O senador eleito Cid Gomes (PDT-CE) demonstra ter simpatia pelo nome de Tasso, seu ex-adversário no Ceará

Moro desloca general para o Planalto e encolhe Onyx

José Cruz/Agência Brasil: <p>O presidente eleito Jair Bolsonaro e o futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro, durante visita ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>

Sérgio Moro foi surpreendido com o anúncio feito por Carlos Bolsonaro de que a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), subordinada ao Ministério da Justiça, seria chefiada pelo general Carlos Alberto Santos Cruz; Moro não gostou da atropelada; mas não passou recibo

Bolsonaro testa novo modelo de governabilidade. Vai dar certo?

REUTERS/Adriano Machado: <p>Bolsonaro, em evento em Brasília 14/11/2018 REUTERS/Adriano Machado</p>

O presidente eleito Jair Bolsonaro decidiu abrir mão de um apoio formal de partidos e começou a fechar a composição do seu ministério atendendo a um inédito apoio temático de frentes parlamentares para garantir uma base no Congresso capaz de aprovar promessas de campanha, inclusive a agenda econômica que tem a reforma da Previdência como carro-chefe. O que ninguém sabe é se deputados e partidos votarão sem terem recebido cargos

Intervenção em Roraima começa nesta segunda-feira e vai até 31 de dezembro

Adriano Machado: <p>Presidente Michel Temer 17/10/2018 REUTERS/Adriano Machado</p>

A intervenção federal no estado de Roraima passa a valer a partir de amanhã (10) até 31 de dezembro, quando for publicado no Diário Oficial da União o decreto com a medida; a informação é do ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sergio Etchegoyen, que participou de reunião, em Brasília, com o presidente Michel Temer, os conselhos de Segurança Nacional e Defesa Nacional

Um terço do alto escalão do governo Bolsonaro será ocupado por militares

Fernando Frazão/Agência Brasil: <p>O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), participa da comemoração do 73 aniversário da Brigada de Infantaria Pára-quedista, na Vila Militar em Deodoro.Foto Fernando Frazão/Agência Brasil</p>

O governo Bolsonaro terá ao menos um terço dos ministérios ocupado por militares, reformados e da ativa; seis das pastas com status formal de ministério – que devem atingir o número de 22, sete a mais que o prometido na campanha – serão chefiadas por integrantes das Forças Armadas; resta apenas a nomeação do ministro do Meio Ambiente

BRASIL

O PSDB acabou, diz jornalista

Reuters: <p>doria</p>

A jornalista Daniela Lima, do jornal Folha de S. Paulo, afirma que o PSDB deixará de existir tal qual o conhecemos um dia. Para Lima, Doria passa a controlar o partido e dará prioridade a seus projetos pessoais; o tucanato que um dia dominou a sigla será cada vez mais empurrado para fora das decisões e a adesão ao governo Bolsonaro pode ser a pá de cal em um partido que chegou a protagonizar a cena politica nacional junto com o PT

Revista Brasil 247

Edição #242

Revista do dia

'Revista Oásis - Edição #402

Colunistas

Colunista

A marinização de Ciro Gomes

Guilherme Scalzilli

Ciro parece mesmo repetir os equívocos de Marina Silva. Basta observar a facilidade com que ele incorporou os cacoetes do marinismo, particularmente a mania de vitimização e o uso do PT como pretexto coringa para amenizar suas incoerências. Também a agressividade desse discurso negativo, de incômoda semelhança com a apologia punitivista da Lava Jato

Colunista

Bolsonaro ressuscita políticos rejeitados no RN

William Robson Cordeiro

Bolsonaro não perdeu tempo e decidiu dar o troco por conta da votação que recebeu no RN; Ressuscitou tanto Antônio Jácome, quanto Marinho; não deu tempo sequer para estes defuntos políticos esfriarem; Jácome foi convidado a ser secretário-executivo no Ministério das Mulheres, Família e Direitos Humanos; Rogério Marinho ocupará o setor  a Secretaria Especial de Previdência e Emprego

Colunista

Eleições presidenciais de 2018: o estranho recado das urnas

Geniberto Paiva Campos

Com o impedimento da candidatura potencialmente vitoriosa do ex-presidente Lula, o pleito presidencial assumiu uma outra configuração, sendo eleito o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, numa eleição bastante esquisita; mais um "salvador da pátria", um híbrido entre Jânio Quadros e Fernando Collor, cuja diferença entre os dois se insere num discurso onde a mudança e a esperança estão excluídos

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A falta de vergonha da mídia

Cristiano Lima

É claro que a mídia não suportaria sozinha a função de manipular e ludibriar. Para isso é necessária a mão pesada do sistema que através de assaltos às políticas publicas e do sucateamento, principalmente na educação, auxiliam nesse jogo de poder e escravidão

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Mais um caso de agressão animal revolta as redes sociais

Luciane Pires

O desespero da idosa, dona do animal, foi captado em um vídeo que circula pelas redes sociais. O registro foi feito pela mulher do homem suspeito de agredir o animal, que relata que a cadela foi jogada contra a parede várias vezes e arremessada no chão da casa até ter seu crânio afundado

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As ruas clamam pela classe trabalhadora

Enio Verri

Temer declarou que o governo de Jair Bolsonaro será a continuidade do seu. Ele cometerá os mesmos crimes de lesa-pátria, como os de entregar o patrimônio nacional a outros países e o de aprofundar o arrocho na classe trabalhadora

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É difícil reconhecer um travesti

Rogério Skylab

A Emenda Constitucional n.95 de 2016 pode ser analisada sob o prisma da seletividade das normas constitucionais, ao contrário da tão propalada busca de sua efetividade. A referida emenda é uma medida de exceção, instaurando um novo regime fiscal, com o congelamento por 20 anos de investimento do governo nas áreas de saúde e educação

Colunista

Análise e perspectivas do novo governo

Daniel Samam

nfelizmente, o senso comum do povo brasileiro parece convencido de que atropelar garantias fundamentais, encarcerar em massa e enfrentamento bélico à violência urbana vão resolver problemas como a corrupção e a segurança pública

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1964, o ano que não terminou...

Pedro Maciel

É o momento de coragem, avaliações honestas, menos discursos e palavras de ordem e mais militância, é o momento de se formar uma frente democrática, progressista para a Defesa da Democracia, é o momento de unir forças para quem sabe, em 31 de dezembro de 2019 saltarmos para 2020, sepultando definitivamente 1964

Colunista

Apontamentos para 2019 em Minas

Hélio Rocha

Rapidamente, tudo indica, Zema vai aprender que a política mineira, mais que em qualquer outro estado, se faz menos com técnica e mais com negociação. É isso que, no início de 2019, esta coluna pretende acompanhar

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Por que alimentamos covardemente o ódio religioso? Por que não chamamos o que aconteceu em Campinas de atentado terrorista?

Lúcia Helena Issa

O que aconteceu em Campinas foi um atentado TERRORISTA e não foi o primeiro cometido por um homem nascido em uma família cristã tradicional, como a minha ou a sua família, um homem que estudou em ótimos colégios católicos, morava em um condomínio de classe média alta, vinha de uma família com prestígio em sua comunidade, assim como eu e talvez você.

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O Inverno está chegando

Mauro Nadvorny

Em resumo, nada do que a Autoridade Palestina fizer, ou deixar de fazer vai mudar o cenário e eles já se deram conta disso. O governo israelense quer que o problema palestino desapareça. Que seja ignorado a qualquer custo.

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A arrogância estúpida e insensível contra os direitos trabalhistas

Chico Vigilante

O TST e a justiça trabalhista são essenciais ao cumprimento das cláusulas pétreas da Constituição Federal e vamos defender esses instrumentos. Os sindicatos reagirão às perseguições com mais luta. E figuras como Clésio, que aposta no governo eleito pelas falsas postagem algoritmos robotizados, verão que apostar na truculência e na selvageria nas relações de trabalho só leva à destruição da riqueza nacional e da eficiência econômica.

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Como evitar um novo AI-5?

Reginaldo Lopes

O Brasil não tem mais espaço para governos autoritários. Não permitiremos retrocessos e estaremos em constante vigilância para que aquele dia de 50 anos atrás não volte a se repetir

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Fascismo, estado de exceção e direito de resistência

Michel Zaidan

Esse Estado de Exceção episódico ou permanente se manifesta na aberta criminalização dos movimentos sociais, do movimento sindical, do MST e MTST, dos movimentos das minorias pela afirmação de suas identidades, pela criminalização da liberdade de opinião e a liberdade de cátedra e contra o laicidade do Estado republicano no Brasil. Suas intervenções policiais são seletivas