Ação pede que Bolsonaro seja proibido de nomear o filho para embaixador

Uma ação popular protocolada na 17ª Vara Federal Cível de Brasília (DF) pede que o Judiciário proíba Jair Bolsonaro de nomear o seu próprio filho, Eduardo Bolsonaro, para a função de embaixador do Brasil em Washington (EUA); os autores do pedido sustentam que o presidente feriu a lei ao indicar um parente para o cargo

247 - Uma ação popular protocolada na tarde desta sexta-feira (12), na 17ª Vara Federal Cível de Brasília (DF) pede que o Poder Judiciário proíba o presidente Jair Bolsonaro de nomear o seu próprio filho, Eduardo Bolsonaro, para a função de embaixador do Brasil em Washington (EUA). Os autores do pedido sustentam que o Presidente da República feriu a lei ao indicar um parente para o cargo. O teor da ação foi publicado pelo blog do George Marques

Para ser embaixador, Eduardo Bolsonaro deverá ser aprovado pelo Senado. “Como demonstrado, não bastasse a completa violação aos princípios da Moralidade Administrativa e da Impessoalidade, o Presidente da República, aparentemente, articula com aliados para que o filho não seja ‘prejudicado’ com a renúncia do mandato”, diz trecho da ação que é assinada pelos advogados Bertoldo Klinger Barros Rêgo Neto e Adil Lucena Carvalho. “A nosso sentir, toda a situação mostra-se lesiva aos princípios inerentes à administração e constitui, também, total desvio de finalidade, ante a articulação que se pretende e que foi citada acima”, afirmam.

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