Afogamento de Rafael Alves tem primeiro indiciamento

James Raddle, dono da empresa que alugou o equipamento de SUP para o jovem, vai responder por homicdio culposo; para a Polcia Civil, empresa deveria ter obrigado o uso do colete salva-vidas

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Brasília 247 – Depois de quase quatro meses de investigação, a 1° Delegacia de Polícia (Asa Sul) indicia James Radde pelo afogamento de Rafael Alves da Conceição, em 12 de novembro do ano passado, quando praticava o esporte stand up paddle (SUP). Radde é dono da empresa que alugou o equipamento para o jovem, e vai responder por homicídio culposo.

De acordo com o delegado Anderson Espíndola, a empresa deveria ter obrigado o Rafael a usar colete salva-vidas, já que sabia que ele não sabia nadar. O delegado informou que a partir do momento que é cobrado um valor pela atividade, a empresa passa a ser responsável pela vida de quem praticar o esporte.

O corpo de Rafael Alves foi encontrado a 100 metros do Clube Naval, na profundidade entre cinco e sete metros. À época, o responsável pelas buscas afirmou que a distância para a margem era pequena, e que uma pessoa com alguma noção de natação provavelmente teria conseguido se salvar.

Com informações do Correio Braziliense.

 

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