Bolsonaro debocha da população: “vão pedir auxílio para quem falou 'fica em casa’"

Bolsonaro voltou a falar sobre o auxílio emergencial durante sua live semanal nas redes sociais. Ele disse que não prorrogará a medida após o final do ano e debochou da população: quer que ela “peça o auxílio” para governadores e prefeitos

(Brasília - DF, 12/08/2020) Presidente Jair Bolsonaro acompanhado do Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do Presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, de Parlamentares e Ministros durante declaração à imprensa no Palácio da Alvorada.
(Brasília - DF, 12/08/2020) Presidente Jair Bolsonaro acompanhado do Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do Presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, de Parlamentares e Ministros durante declaração à imprensa no Palácio da Alvorada. (Foto: Carolina Antunes/PR)
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247 - Jair Bolsonaro prossegue com sua prática de debochar e desrespeitar a população. Ele mandou interessados no auxílio emergencial pedirem ajuda para quem falou “fica em casa”, criticando mais uma vez o isolamento brasileiro, que ficou aquém do ideal e levou milhares de pessoas à morte.

Bolsonaro disse: “se não trabalhar, não come, não é isso? A gente lamenta, eram três meses, nós prorrogamos para mais dois, cinco meses, e agora acabou. Criamos um outro auxílio emergencial, não mais de R$ 600, mas de R$ 300. Não é porque quero pagar menos não. É porque o Brasil não tem como se endividar mais. Não vai ter uma nova prorrogação porque o endividamento cresce muito, o Brasil perde muito, perde confiança, juros podem crescer, pode voltar a inflação. E a gente , eu não quero culpar ninguém não, mas vão pedir auxílio para quem tirou seu emprego, para quem falou “fique em casa”. O Brasil todo parou. “Fique em casa, a economia a gente vê depois”. Chegou o boleto para pagar a conta aí.”

Ele ainda falou sobre o Renda Brasil: “a questão do Renda Brasil, as pessoas dão ideias, [mas] quem decide na ponta da linha em um programa como esse é o Paulo Guedes e eu, e algumas ideias chegam e são absurdas”.

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