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Brasília

Cine Brasília lotado no Festival de Cinema

O curta O Canto da Lona e o longa O Mestre e o Divino, ambos documentários, cativaram os espectadores pela simplicidade e ternura dos personagens. O primeiro contou a história do circo brasileiro por meio da vida de seus integrantes. O longa mostrou o missionário alemão Adalbert Heide e o índio xavante Divino Tserewahú, cineastas, que convivem em uma aldeia de Mato Grosso

O curta O Canto da Lona e o longa O Mestre e o Divino, ambos documentários, cativaram os espectadores pela simplicidade e ternura dos personagens. O primeiro contou a história do circo brasileiro por meio da vida de seus integrantes. O longa mostrou o missionário alemão Adalbert Heide e o índio xavante Divino Tserewahú, cineastas, que convivem em uma aldeia de Mato Grosso (Foto: Leonardo Attuch)
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Marcelo Brandão
Repórter da Agência Brasil

Brasília - No segundo dia da mostra competitiva do 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, nessa quinta-feira (19), o público ocupou praticamente toda a sala do Cine Brasília, reformado este ano para receber o evento. Testes feitos pela produção no equipamento de projeção atrasaram o início da sessão das 19h, que começou cerca de uma hora depois. A plateia, no entanto, foi paciente.

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O curta O Canto da Lona e o longa O Mestre e o Divino, ambos documentários, cativaram os espectadores pela simplicidade e ternura dos personagens. O primeiro contou a história do circo brasileiro por meio da vida de seus integrantes. O longa mostrou o missionário alemão Adalbert Heide e o índio xavante Divino Tserewahú, cineastas, que convivem em uma aldeia de Mato Grosso.

"O curta é muito poético, muito bonito. O longa  transportou a gente para o mundo mágico do cinema. Os dois filmes foram fantásticos", disse o servidor público aposentado José Batista. "Gostei muito da história do alemão e do xavante. Mostra que cada etnia tem sua cultura", disse o índio Anuiá, da etnia Yawalapiti.

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O atraso na sessão das 19h se refletiu na seguinte. Dezenas de pessoas esperaram na fila, reclamando do atraso. "Ninguém avisou do atraso e estamos aqui, parados. Faltou organização", disse a designer Natália Rocha.

Apesar da longa espera, a segunda sessão contou com um público ainda maior. Os curtas Ryb e Lição de Esqui foram bem recebidos. O longa Depois da Chuva, sobre um grupo de jovens em pleno processo de redemocratização do Brasil, foi bastante aplaudido. Predominam no evento cineastas jovens, o que mostra a importância do festival em revelar novos talentos.

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"Esses filmes não passam no circuito comercial, se a gente perder aqui, perdeu. O bom desses festivais é que ficamos conhecendo os filmes, os novos cineastas e atores", disse a administradora Adriana Santos.

Os filmes exibidos ontem à noite serão reapresentados hoje (20) na Sala Martins Pena, do Teatro Nacional, a partir das 17h, com entrada gratuita. As sessões no Cine Brasília continuam nessa sexta-feira, com filmes inéditos da mostra competitiva.

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