Comissão do Senado deve aceitar impeachment

Dos 21 senadores titulares que irão analisar o pedido de afastamento da presidente Dilma Rousseff, 15 (ou 70%) devem votar favoravelmente; nesta sexta, dois dos quatro vice-líderes do governo na Casa declararam voto contra Dilma; caso deve ser relatado pelo tucano Antonio Anastasia, nome criticado pelo PT sob o argumento da parcialidade

Dos 21 senadores titulares que irão analisar o pedido de afastamento da presidente Dilma Rousseff, 15 (ou 70%) devem votar favoravelmente; nesta sexta, dois dos quatro vice-líderes do governo na Casa declararam voto contra Dilma; caso deve ser relatado pelo tucano Antonio Anastasia, nome criticado pelo PT sob o argumento da parcialidade
Dos 21 senadores titulares que irão analisar o pedido de afastamento da presidente Dilma Rousseff, 15 (ou 70%) devem votar favoravelmente; nesta sexta, dois dos quatro vice-líderes do governo na Casa declararam voto contra Dilma; caso deve ser relatado pelo tucano Antonio Anastasia, nome criticado pelo PT sob o argumento da parcialidade (Foto: Gisele Federicce)
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247 – A presidente Dilma Rousseff deve sofrer uma derrota na comissão especial que será criada no Senado Federal para analisar o pedido de impeachment.

Dos 21 senadores titulares que irão analisar o pedido de afastamento da presidente, 15 devem votar favoravelmente à saída da chefe do Executivo, uma rejeição de mais de 70%, como mostra reportagem de Ricardo Brito, do Estado de S. Paulo, neste sábado.

De 42 integrantes do colegiado, contabilizando titulares e suplentes, 27 já se manifestaram pelo afastamento. Entre eles estão dois dos quatro vice-líderes do governo na Casa, Hélio José (PMDB-DF) e Wellington Fagundes (PR-MT).

O governo só contou até agora com dez votos contra o impeachment. Há ainda um indeciso, um não quis responder e um voto em aberto – o senador José Maranhão (PMDB-PB) deixou a comissão e sua vaga continua aberta.

As indicações para a comissão do Senado devem ser votadas na segunda-feira. No dia seguinte, os trabalhos devem ser iniciados, com a eleição do presidente – o peemedebista Raimundo Lira (PB) – e o relator, Antonio Anastasia (PSDB-MG). O PT tentará reverter na Justiça a indicação do tucano para a relatoria, argumentando ser parcial.

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