CPI da Petrobras terminará sem indiciar ninguém

Prazo final para a entrega do relatório da comisão expira na sexta-feira 23 e documento não deve apresentar avanços em relação aos fatos já investigados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal; "É um processo em que as pessoas já estão condenadas, sentenciadas, é o inverso das outras CPIs", justificou o relator Luiz Sérgio (PT-RJ); segundo ele, o documento apontará uma série de "sugestões de aprimoramento" à Petrobras

Prazo final para a entrega do relatório da comisão expira na sexta-feira 23 e documento não deve apresentar avanços em relação aos fatos já investigados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal; "É um processo em que as pessoas já estão condenadas, sentenciadas, é o inverso das outras CPIs", justificou o relator Luiz Sérgio (PT-RJ); segundo ele, o documento apontará uma série de "sugestões de aprimoramento" à Petrobras
Prazo final para a entrega do relatório da comisão expira na sexta-feira 23 e documento não deve apresentar avanços em relação aos fatos já investigados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal; "É um processo em que as pessoas já estão condenadas, sentenciadas, é o inverso das outras CPIs", justificou o relator Luiz Sérgio (PT-RJ); segundo ele, o documento apontará uma série de "sugestões de aprimoramento" à Petrobras (Foto: Paulo Emílio)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - Após oito meses de atividades, a CPI da Petrobras deverá concluir os seus trabalhos nesta semana sem que ninguém seja indiciado. O prazo final para entrega do relatório expira nesta sexta-feira (23) e o documento não apresenta avanços significativos em relação aos fatos já investigados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal.  A leitura do relatório pelo relator Luiz Sergio (PT-RJ) deverá ser iniciada nesta segunda-feira (19).

Apesar de um dos sub-relatores ainda não ter entregado o seu parecer, Luiz Sérgio diz que o documento apontará uma série de "sugestões de aprimoramento" à Petrobras. "É um processo em que as pessoas já estão condenadas, sentenciadas, é o inverso das outras CPIs", justificou o parlamentar.

"A CPI da Petrobras trouxe o (Aldemir) Bendine na semana passada, que é o presidente da companhia, mas o quórum era baixo, o interesse era pequeno. O que grande parte dos parlamentares tem interesse é numa discussão que vai ser travada no Conselho de Ética", observou o relator referindo-se ao processo contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na Comissão de Ética da Casa. "Não só o Eduardo Cunha, mas todos os outros parlamentares citados que se transformarem em réus aquele fórum vai discutir", destacou.

Ao longo da CPI, o único parlamentar citado nas investigações que foi ouvido pela Comissão foi o próprio Eduardo Cunha. Em março, ele prestou depoimento por inciativa própria e na época negou o envolvimento em casos de desvios e corrupção na Petrobras, além de negar a existência de contas secretas em seu nome e no de familiares mantidas no exterior. Recentemente, porém, foram apresentadas provas de que o peemedebista possuía bancárias abertas na Suíça.

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

WhatsApp Facebook Twitter Email