Cunha continua proibido de ir à Câmara

Renúncia de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Câmara não altera a decisão do ministro Teori Zavascki, relator das ações penais conta ele no STF, que o proibiu de frequentar as instalações da Casa; Cunha continua precisando pedir autorização ao ministro para ter acesso às dependências da Câmara; com a renúncia, os processos contra Cunha devem ser julgados pela Segunda Turma da Corte e não mais pelo plenário, composto por 11 ministros

Renúncia de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Câmara não altera a decisão do ministro Teori Zavascki, relator das ações penais conta ele no STF, que o proibiu de frequentar as instalações da Casa; Cunha continua precisando pedir autorização ao ministro para ter acesso às dependências da Câmara; com a renúncia, os processos contra Cunha devem ser julgados pela Segunda Turma da Corte e não mais pelo plenário, composto por 11 ministros
Renúncia de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Câmara não altera a decisão do ministro Teori Zavascki, relator das ações penais conta ele no STF, que o proibiu de frequentar as instalações da Casa; Cunha continua precisando pedir autorização ao ministro para ter acesso às dependências da Câmara; com a renúncia, os processos contra Cunha devem ser julgados pela Segunda Turma da Corte e não mais pelo plenário, composto por 11 ministros (Foto: Aquiles Lins)

André Richter, da Agência Brasil - O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) continua proibido de frequentar a Câmara dos Deputados mesmo com a decisão de renunciar ao cargo de presidente da Casa.

Em maio, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o afastamento dele do mandato e, consequentemente, da presidência da Câmara, por entender que o parlamentar usa o cargo com desvio de finalidade para "promover espúrios".

Por causa dessa decisão, Cunha precisa pedir autorização ao ministro Teori Zavascki para ter acesso às dependências da Câmara.

De acordo com decisão proferida na semana passada pelo ministro, Cunha poderá ir a Câmara para se defender no processo de cassação a que responde no Conselho de Ética da Casa, mas mediante autorização prévia do Supremo.

A decisão de Cunha de renunciar ao cargo também afetou o julgamento das duas ações penais em que o parlamentar é réu no Supremo. Com a renúncia, os processos devem ser julgados pela Segunda Turma da Corte e não mais pelo plenário, composto por 11 ministros.

Conheça a TV 247

Mais de Brasília

Ao vivo na TV 247 Youtube 247