CUT convoca dirigentes para barrar golpe da terceirização

Uma manifestação de sindicalistas está sendo articulada pela direção nacional da CUT, para a próxima terça-feira (7), na Câmara Federal, em Brasília, com o objetivo de impedir a votação do PL 4.302/1998, que libera a terceirização de forma ilimitada, inclusive em suas atividades-fim  

Uma manifestação de sindicalistas está sendo articulada pela direção nacional da CUT, para a próxima terça-feira (7), na Câmara Federal, em Brasília, com o objetivo de impedir a votação do PL 4.302/1998, que libera a terceirização de forma ilimitada, inclusive em suas atividades-fim
 
Uma manifestação de sindicalistas está sendo articulada pela direção nacional da CUT, para a próxima terça-feira (7), na Câmara Federal, em Brasília, com o objetivo de impedir a votação do PL 4.302/1998, que libera a terceirização de forma ilimitada, inclusive em suas atividades-fim   (Foto: Fatima 247)

Brasília 247 - Sindicalistas de todo o Brasil devem participar de uma grande mobilização em Brasília na próxima terça-feira (7) para barrar a tentativa de golpe contra a CLT contida no PL 4.302/1998. Um acordo de líderes da base do governo, na próxima segunda (6), pode garantir a votação, na terça-feira. Caso seja aprovado na Câmara, o texto dependerá apenas de sanção presidencial. 

A mobilização contra a aprovação do PL está sendo articulada pela direção nacional da Central Única dos Trabalhadores. Foram convocados todos os sindicatos, federações, confederações, ramos e CUTs estaduais para enviar dirigentes e militantes para Brasília, acompanhando a direção da Central. A concentração dos sindicalistas em Brasília, na terça-feira, começa às 14 horas e terá como base a Tenda do Sindsef-DF, instalada entre os Blocos C e D da Esplanada dos Ministérios.

Segundo nota assinada pelo presidente e pelo secretário-geral da CUT, Vagner Freitas e Sérgio Nobre, o PL 4.302/1998 libera os empresários para adotarem a terceirização de forma ilimitada, inclusive em suas atividades-fim, "provocando uma verdadeira violência contra os trabalhadores e trabalhadoras já registrados e rebaixando os salários e os benefícios para os que serão contratados". Outra proposta que faz parte do projeto é a anistia para as empresas de multas por desrespeito à CLT.

 

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