DF reduz em 37,3% os homicídios em relação a agosto de 2016

Com redução de 37,3% no número de vítimas de homicídio em comparação a agosto de 2016, o Distrito Federal manteve a queda histórica desse tipo de crime; foi a menor marca para o mês de agosto desde 2000, de acordo com informações divulgadas pelo governo. Em números absolutos, a quantidade de vítimas caiu de 51 em agosto do ano passado para 32 no mesmo período de 2017, segundo a Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social

Com redução de 37,3% no número de vítimas de homicídio em comparação a agosto de 2016, o Distrito Federal manteve a queda histórica desse tipo de crime; foi a menor marca para o mês de agosto desde 2000, de acordo com informações divulgadas pelo governo. Em números absolutos, a quantidade de vítimas caiu de 51 em agosto do ano passado para 32 no mesmo período de 2017, segundo a Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social
Com redução de 37,3% no número de vítimas de homicídio em comparação a agosto de 2016, o Distrito Federal manteve a queda histórica desse tipo de crime; foi a menor marca para o mês de agosto desde 2000, de acordo com informações divulgadas pelo governo. Em números absolutos, a quantidade de vítimas caiu de 51 em agosto do ano passado para 32 no mesmo período de 2017, segundo a Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247 - Com redução de 37,3% no número de vítimas de homicídio em comparação a agosto de 2016, o Distrito Federal manteve a queda histórica desse tipo de crime. Foi a menor marca para o mês de agosto desde 2000, de acordo com informações divulgadas pelo governo. Em números absolutos, a quantidade de vítimas caiu de 51 em agosto do ano passado para 32 no mesmo período de 2017, segundo a Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social.

O titular da pasta, Edval Novaes, ressaltou que os resultados são fruto dos esforços conjuntos das forças que atuam no programa Viva Brasília – Nosso Pacto Pela Vida. "É uma redução extremamente significativa e fundamental. Vai na contramão de grande parte das unidades da Federação, em que esse crime tem subido", avaliou.

No acumulado de janeiro a agosto, também foi o menor registro de homicídios dos últimos 17 anos.

Os crimes contra o patrimônio também registraram queda expressiva. Quando comparado com o mesmo mês de 2016, a diminuição foi de 546 ocorrências. Houve redução nos índices de todos os crimes do grupo, o que inclui roubos a transeuntes, de veículos, em transporte coletivo, em comércio e em residência, além de furto em veículo.

Crimes contra o patrimônio também registraram queda expressiva. Isso inclui roubos a transeuntes, em coletivos, em veículos, em residências e no comércio

O peso maior foi verificado nos roubos e furtos a veículos. Em média, a redução foi de 20,6% em cada categoria. Os roubos desse tipo caíram de 1.110 para 881; os furtos foram reduzidos de 470 para 373.

Mais vítimas de estupro denunciaram o crime à segurança pública local. No mês passado, 82 ocorrências foram registradas — em agosto de 2016 foram 63.

Governo incentiva registro de crimes

Diretor-geral da Polícia Civil do DF, Eric Seba pontuou que, nesse tipo de crime, que é subnotificado, é comum que as denúncias sejam feitas bem depois do ocorrido. Quase metade dos registros do último mês é referente a estupros ocorridos em outros meses e até anos.

Das 82 denúncias, 56 se enquadram como estupro de vulnerável, sendo que 98% das vítimas tinham algum vínculo com o criminoso.

São vulneráveis vítimas menores de 14 anos, portadores de enfermidade ou deficiência mental, sem o discernimento necessário para o ato ou que, por qualquer outra causa, não possa oferecer resistência.

A pasta também divulgou que, na maioria dos casos, o crime ocorre em locais fechados, principalmente nas residências da vítima ou do autor.

Para o secretário da Segurança Pública, há mais incentivo por meio de campanhas e atuação do governo para que a população denuncie casos de estupro. "Temos de conscientizar cada vez mais. Esse crime é extremamente complexo. Como mostram os números, às vezes o autor é da família ou do círculo de amizade", avaliou Novaes.

Ele destacou ainda a importância de registrar boletim de ocorrência — o que pode ser feito virtualmente caso a vítima não vá até a delegacia.

*Com assessoria

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