DF tem contrato vencido na esterilização hospitalar

O governo do Distrito Federal soma mais de R$ 3,2 milhões em dívidas e um contrato vencido há um mês na esterilização de equipamentos médicos da rede pública; o serviço é essencial para evitar infecções hospitalares em cirurgias, e o descarte precoce de aparelhos; a Secretaria de Saúde afirmou que prepara um contrato emergencial e uma licitação regular para normalizar a situação; não existe previsão para quitar o débito

O governo do Distrito Federal soma mais de R$ 3,2 milhões em dívidas e um contrato vencido há um mês na esterilização de equipamentos médicos da rede pública; o serviço é essencial para evitar infecções hospitalares em cirurgias, e o descarte precoce de aparelhos; a Secretaria de Saúde afirmou que prepara um contrato emergencial e uma licitação regular para normalizar a situação; não existe previsão para quitar o débito
O governo do Distrito Federal soma mais de R$ 3,2 milhões em dívidas e um contrato vencido há um mês na esterilização de equipamentos médicos da rede pública; o serviço é essencial para evitar infecções hospitalares em cirurgias, e o descarte precoce de aparelhos; a Secretaria de Saúde afirmou que prepara um contrato emergencial e uma licitação regular para normalizar a situação; não existe previsão para quitar o débito (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247 - O governo do Distrito Federal soma mais de R$ 3,2 milhões em dívidas e um contrato vencido há um mês na esterilização de equipamentos médicos da rede pública. O serviço é essencial para evitar infecções hospitalares em cirurgias, e o descarte precoce de aparelhos. A Secretaria de Saúde afirmou que prepara um contrato emergencial e uma licitação regular para normalizar a situação. Não há previsão para quitar o débito.

O pregão licitatório que contratou a FBM, com sede em Anápolis (GO), é de 2012, e o último termo aditivo venceu em fevereiro. O acordo prevê que todos os equipamentos das mais de 60 unidades públicas de saúde sejam esterilizados. Itens como cânulas, respiradores e máscaras são levados para a cidade, a 160 quilômetros de Brasília, para o processo. O custo mensal do serviço é de R$ 250 mil.

De acordo com o superintendente da empresa, Alessandro Silva, o GDF deve cinco meses do serviço prestado em 2014 e outros oito de 2015. Ele disse que o executivo não fez nenhum pagamento referente ao ano atual. O gestor suspendeu por duas vezes a esterilização – durante dez dias de janeiro e sete dias de março – com o objetivo de pressionar a secretaria a fazer o pagamento. As informações são do G1.

Em nota, a Secretaria de Saúde afirmou ter repassado R$ 2,3 milhões à FBM Farma na sexta-feira (18). A empresa disse que o valor recebido foi R$ 1,8 milhão. O DF tem cerca de 400 leitos de UTI na rede pública. "Não notifiquei a secretaria de interrupção de fornecimento. Não cogitamos suspender neste momento. Não vou paralisar [a prestação do serviço], a não ser que não consigamos receber", disse Lima.

 

 

 

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