Ex-deputado João de Deus é preso por associação criminosa

A Polícia Civil prendeu, nesta quarta-feira (21), o ex-deputado João de Deus; batizada de “Cheque-Mate”, a operação investiga crimes cometidos na gestão de João de Deus como prefeito em Água Fria de Goiás: cheques eram depositados em nome de um servidor sem que ele tivesse conhecimento; segundo o Ministério Público, os investigados forjaram contratos de prestação de serviços e emitiam cheques nos valores dos contratos, utilizando a conta do  “laranja”

A Polícia Civil prendeu, nesta quarta-feira (21), o ex-deputado João de Deus; batizada de “Cheque-Mate”, a operação investiga crimes cometidos na gestão de João de Deus como prefeito em Água Fria de Goiás: cheques eram depositados em nome de um servidor sem que ele tivesse conhecimento; segundo o Ministério Público, os investigados forjaram contratos de prestação de serviços e emitiam cheques nos valores dos contratos, utilizando a conta do  “laranja”
A Polícia Civil prendeu, nesta quarta-feira (21), o ex-deputado João de Deus; batizada de “Cheque-Mate”, a operação investiga crimes cometidos na gestão de João de Deus como prefeito em Água Fria de Goiás: cheques eram depositados em nome de um servidor sem que ele tivesse conhecimento; segundo o Ministério Público, os investigados forjaram contratos de prestação de serviços e emitiam cheques nos valores dos contratos, utilizando a conta do  “laranja” (Foto: Charles Nisz)

Brasília 247 - Uma ação da Polícia Civil e do Ministério Público de Goiás prendeu, na manhã desta quarta-feira (21), o ex-deputado distrital João de Deus. Ex-prefeito de Água Fria de Goiás, ele é acusado de associação criminosa. Outras três pessoas foram detidas, entre elas, o atual presidente da Câmara de Vereadores do município, Roberto Márcio Moraes de Castro.

Batizada de “Cheque-Mate”, a operação investiga crimes cometidos durante a gestão de João de Deus no município. Iniciadas em 2015, as investigações mostram que cheques eram colocados em nome de um servidor da prefeitura, sem que ele tivesse conhecimento disso. Segundo o Ministério Público, os investigados forjaram contratos de prestação de serviços e emitiam cheques com base nos valores dos contratos, utilizando, a conta bancária do o “laranja”.

Segundo o MP, os documentos eram emitidos com a assinatura e ciência do ex-prefeito de Água Fria de Goiás e a fraude contava com o auxílio de um contador. Secretários municipais estavam diretamente envolvidos nos crimes e atuavam para que os valores dos cheques falsos chegassem até eles. João de Deus foi prefeito de Água Fria de Goiás por dois mandatos consecutivos, e em 2017 voltou ao cenário político do DF. Atualmente, João de Deus é presidente da Associação dos Praças da PM.

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