Falta de reação a críticas contra Flávio acentuou racha nas redes bolsonaristas

De acordo com um estudo da FGV, entre as noites de 9 e 10 de setembro, por exemplo, das 721 mensagens sobre Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e a Lava Toga em 129 grupos de apoiadores de Bolsonaro no Whatsapp, 41% eram negativas, enquanto que 37% eram favoráveis e 22%, neutras

(Foto: Tânia Rêgo - ABR)

247 - Um estudo realizado pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas (DAPP) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), apontou que a falta de reação organizada acentuou o racha na base de apoio a Jair Bolsonaro nas redes sociais e grupos de Whatsapp após as notícias de que o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) estaria articulando para barrar a criação da CPI da Lava Toga. A coleta reuniu mais de 2,4 milhões de postagens no Twitter e 1,8 mil mensagens em grupos bolsonaristas públicos no Whatsapp.

Foram analisados dois momentos em que o governo e Bolsonaro foram criticados por parte de influenciadores e usuários que compõem sua base de apoio nas redes redes sociais: a indicação de Augusto Aras para a Procuradoria-Geral da República, no dia 5 de setembro, e a orientação de Flávio Bolsonaro contra a CPI da Lava Toga, no mesmo dia.

De acordo com o estudo, publicado no jornal O Estado de S.Paulo, as primeiras notícias sobre a articulação de Flávio contra a Lava Toga começaram a ser publicadas no dia 5 de setembro e somente no dia na noite do dia 10 as postagens positivas ao governo ultrapassaram as negativas. 

Entre as noites de 9 e 10 de setembro, por exemplo, das 721 mensagens sobre Flávio e a Lava Toga em 129 grupos de apoiadores de Bolsonaro no Whatsapp, 41% eram negativas, enquanto que 37% eram favoráveis e 22%, neutras. 



 

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