Futuro ministro da Justiça, Dino anuncia Andrei Passos Rodrigues como chefe da PF

Flávio Dino afirmou que Lula determinou uma relação 'muito próxima' do Ministério da Justiça e Segurança Pública com policiais

www.brasil247.com - Flávio Dino e Andrei Passos Rodrigues
Flávio Dino e Andrei Passos Rodrigues (Foto: Reprodução)


247 - O ex-governador do Maranhão, senador eleito pelo estado e futuro Ministro da Justiça do governo Lula, Flávio Dino, disse nesta sexta-feira (9) durante coletiva de imprensa no ato em que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva anunciou os nomes de cinco dos seus futuros ministros, que o delegado Andrei Passos Rodrigues será o diretor-geral da Polícia Federal. O delegado foi o responsável pela segurança de Lula durante a campanha e continua agora durante a transição. Dino explicou quais foram os critérios para a escolha do delegado para o cargo.

“Levei ao presidente Lula, exatamente nessa direção de trabalho, de proximidade, o nome do delegado Andrei Rodrigues, que alguns poderão questionar quais os critérios. Nós levamos em conta, sobretudo, a necessidade de restauração da plena autoridade e da legalidade nas polícias. Também a experiência profissional comprovada, inclusive na Amazônia - uma vez que o delegado Andrei exerceu suas funções na Amazônia, que é uma área estratégica para esse governo e, portanto, para a segurança pública. E o delegado Andrei participou do principal, nesse momento, que é o diálogo com os estados e municípios, na medida que foi secretário extraordinário de grandes eventos e, portanto, participou da preparação da Copa e da Olimpíada”, pontuou.

O futuro ministro da Defesa disse que uma das principais determinações do presidente eleito à pasta foi uma relação 'muito próxima' do Ministério da Justiça e Segurança Pública com os policiais. 

"Uma das orientações que ele [Lula] fixou é de total ênfase à área de segurança pública. Portanto, quero consignar aos policiais, suas famílias, a todos os profissionais de segurança pública, que o presidente Lula determinou que na transição e no exercício do governo nós estejamos muito próximos dos policiais. Não há nenhuma razão para não haver amplo diálogo com todos os profissionais da segurança pública, e isso vai ocorrer"

Dino finalizou dizendo que “outros cargos serão anunciados “buscando essa compreensão da experiência profissional, da capacidade de liderar os contingentes, de fazer com que a hierarquia e disciplina voltem como valores fundantes de uma polícia da legalidade e do Estado Democrático de Direito”.

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