GDF aposta em receita tributária 6% maior em 2018

O governo do Distrito Federal depende de um aumento de 6% nas receitas tributárias até dezembro deste ano para cumprir, ao menos em parte, algumas promessas adiadas no mandato atual; de acordo com as planilhas do executivo, em 2018, o governo deve arrecadar R$ 15,66 bilhões em impostos; em 2017, a receita tributária foi de R$ 14,77 bilhões, cerca de R$ 890 milhões a menos que a nova projeção

O governo do Distrito Federal depende de um aumento de 6% nas receitas tributárias até dezembro deste ano para cumprir, ao menos em parte, algumas promessas adiadas no mandato atual; de acordo com as planilhas do executivo, em 2018, o governo deve arrecadar R$ 15,66 bilhões em impostos; em 2017, a receita tributária foi de R$ 14,77 bilhões, cerca de R$ 890 milhões a menos que a nova projeção
O governo do Distrito Federal depende de um aumento de 6% nas receitas tributárias até dezembro deste ano para cumprir, ao menos em parte, algumas promessas adiadas no mandato atual; de acordo com as planilhas do executivo, em 2018, o governo deve arrecadar R$ 15,66 bilhões em impostos; em 2017, a receita tributária foi de R$ 14,77 bilhões, cerca de R$ 890 milhões a menos que a nova projeção (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247 - O governo do Distrito Federal depende de um aumento de 6% nas receitas tributárias até dezembro deste ano para cumprir, ao menos em parte, algumas promessas adiadas no mandato atual. De acordo com as planilhas do executivo, em 2018, o governo deve arrecadar R$ 15,66 bilhões em impostos. Em 2017, a receita tributária foi de R$ 14,77 bilhões, cerca de R$ 890 milhões a menos que a nova projeção.

Em vídeo nas redes sociais, o governador Rodrigo Rollemberg anunciou, na última semana, nomeações na Educação, concurso para mil vagas na Polícia Militar e R$ 9 milhões em pecúnias a aposentados.

De acordo com o secretário de Fazenda, Wilson de Paula, o otimismo com o aumento da arrecadação é consequência de mudanças recentes na fiscalização e na legislação tributária da capital. Após a mudança na legislação, o imposto cobrado deixou de fluir para as cidades onde fica a sede das empresas e passou a entrar nos cofres do local onde o serviço é prestado. Mas representará uma alta de apenas 0,47% (R$ 70 milhões) nas receitas. 

No caso dos 5,53% restantes, que equivalem a R$ 820 milhões a mais em impostos recolhidos, podem ser gerados por três medidas: aumento no consumo, outras mudanças na divisão tributária ou aumento nas alíquotas cobradas. O executivo, no entanto, não citou algum desses caminhos, ao apresentar nesta terça-feira (30) o relatório de saúde financeira do GDF.



 

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