Geddel alegou risco de ser estuprado ao pedir domiciliar

Os advogados do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), o homem dos R$ 51 milhões, alegou risco de “estupro” na Penitenciária da Papuda, local em que ele está preso, em Brasília, e pediu que ele volte para o regime de prisão domiciliar em Salvador; o requerimento foi negado pela juíza Leila Cury, da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, que ressaltou o fato de os advogados do peemedebista terem usado informações “inverídicas” e “especulativas” na petição

Ex-ministro Geddel Vieira Lima em Brasília 22/11/2016 REUTERS/Ueslei Marcelino
Ex-ministro Geddel Vieira Lima em Brasília 22/11/2016 REUTERS/Ueslei Marcelino (Foto: José Barbacena)
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247 - Os advogados do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), o homem dos R$ 51 milhões, alegou risco de “estupro” na Penitenciária da Papuda, local em que ele está preso, em Brasília, e pediu que ele volte para o regime de prisão domiciliar em seu apartamento em Salvador.

O requerimento foi negado pela juíza Leila Cury, da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, que ressaltou o fato de os advogados do peemedebista terem usado informações “inverídicas” e “especulativas” na petição.

A defesa se baseou em matéria publicada no portal “A Folha Brasil”, no dia da prisão do ex-ministro, noticiando que mensagens vazadas por familiares de detentos do Complexo Penitenciário da Papuda dariam conta de “ameaças de estupro” que teriam sido “enviadas aos políticos que estão cumprindo pena ou prisão preventiva”.

Conforme a “reportagem” citada pelos advogados de Geddel, facções criminosas da unidade prisional teriam avisado aos acusados de corrupção que teriam de prestar serviços sexuais e domésticos aos demais internos. 

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