Governo pagou sem saber por protesto de índios

Investigação da Polícia Federal aponta que manifestação de indígenas que resultou em um policial ferido por flecha em Brasília no dia 27 de maio foi organizada por servidores e antropólogos ligados ao governo ou financiados com recursos públicos; pessoas ligadas à Funai e à Funasa também teriam usado verba pública ilegalmente para transportar os índios, que pediam a demarcação de terras

Investigação da Polícia Federal aponta que manifestação de indígenas que resultou em um policial ferido por flecha em Brasília no dia 27 de maio foi organizada por servidores e antropólogos ligados ao governo ou financiados com recursos públicos; pessoas ligadas à Funai e à Funasa também teriam usado verba pública ilegalmente para transportar os índios, que pediam a demarcação de terras
Investigação da Polícia Federal aponta que manifestação de indígenas que resultou em um policial ferido por flecha em Brasília no dia 27 de maio foi organizada por servidores e antropólogos ligados ao governo ou financiados com recursos públicos; pessoas ligadas à Funai e à Funasa também teriam usado verba pública ilegalmente para transportar os índios, que pediam a demarcação de terras (Foto: Realle Palazzo-Martini)

247 - O governo federal custeou indiretamente e sem saber o fatídico protesto de índios em Brasília no dia 27 de mio que acabou ferindo um policial militar com uma flecha disparada por um integrante da marcha próximo ao Estádio Mané Garrincha. Segundo o portal Diário do Poder, a Polícia Federal identificou servidores e antropólogos ligados ao governo ou financiados com recursos públicos na organização do ato que pedia a demarcação de terras.

O site informa ainda que recursos públicos também foram usados pelos antropólogos ligados à Funai e Funasa, ilegalmente, para levar índios a Brasília “como gado. ONGs teriam feito os índios protestarem contra o projeto de transferir a demarcação de terras ao Congresso. O projeto retira poder das ONGs.

O Planalto avalia a possibilidade de a PF indiciar e entregar à Justiça servidores e antropólogos que estavam por trás do protesto.

A confusão começou quando os índios, que estavam à frente do ato, tentaram passar por uma barreira formada pela cavalaria da PM, para impedir que a manifestação chegasse ao estádio. Os policiais usaram dezenas de bombas de gás para dispersar o grupo, que revidou jogando paus e pedras na polícia. Alguns dispararam flechas em direção aos cavalos utilizados pela PM. Uma delas atingiu o cabo Cleber José Ferreira, do Batalhão de Cavalaria, que foi perfurado na perna esquerda. 

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