Greve dos metroviários chega ao quarto dia

Metroviários do Distrito Federal entraram no quarto dia de greve nesta sexta-feira (17) com 24 trens em circulação e todas as estações abertas para embarque e desembarque. Metade dos servidores está trabalhando; nesta quinta, a audiência de conciliação entre a categoria e a empresa no Tribunal Regional do Trabalho terminou sem acordo; a categoria cobra a convocação dos aprovados em concurso em 2014 e reposição da inflação anual na data-base (pouco mais de 9%)

Metroviários do Distrito Federal entraram no quarto dia de greve nesta sexta-feira (17) com 24 trens em circulação e todas as estações abertas para embarque e desembarque. Metade dos servidores está trabalhando; nesta quinta, a audiência de conciliação entre a categoria e a empresa no Tribunal Regional do Trabalho terminou sem acordo; a categoria cobra a convocação dos aprovados em concurso em 2014 e reposição da inflação anual na data-base (pouco mais de 9%)
Metroviários do Distrito Federal entraram no quarto dia de greve nesta sexta-feira (17) com 24 trens em circulação e todas as estações abertas para embarque e desembarque. Metade dos servidores está trabalhando; nesta quinta, a audiência de conciliação entre a categoria e a empresa no Tribunal Regional do Trabalho terminou sem acordo; a categoria cobra a convocação dos aprovados em concurso em 2014 e reposição da inflação anual na data-base (pouco mais de 9%) (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247 - Metroviários do Distrito Federal entraram no quarto dia de greve nesta sexta-feira (17) com 24 trens em circulação e todas as estações abertas para embarque e desembarque. Metade dos servidores está trabalhando. Nesta quinta, a audiência de conciliação entre a categoria e a empresa no Tribunal Regional do Trabalho terminou sem acordo. Como nos dias anteriores, o serviço vai funcionar apenas nos horários de pico – das 6h às 9h e das 17h às 20h30. No domingo, o sistema não deve funcionar. A categoria cobra a convocação dos aprovados em concurso em 2014 e reposição da inflação anual na data-base (pouco mais de 9%).

Os grevistas calculam haver déficit de cerca de 800 funcionários, e a empresa, 660. O quadro tem 1,2 mil servidores atualmente. O salário inicial de um agente de segurança da empresa é de R$ 2,9 mil, o mais baixo da empresa. O maior salário inicial é o de engenheiro – R$ 6 mil.

Em nota, o Metrô disse não ter como fazer novas contratações em consequência das limitações impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal. "O governo tem dificuldades para aumentar as despesas com pessoal por conta dos limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Também não contrata os aprovados no concurso por conta dos impedimentos na LRF", diz trecho da nota.

 

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