Investigado, Jucá diz que governo Temer está “salvando o Brasil”

Presidente nacional da sigla, senador Romero Jucá, defendeu nesta terça-feira, 8, a aprovação da PEC 55, que congela por 20 anos os gastos primários do governo, indexando-os à inflação; "Adversários dirão que estamos tirando direitos, mas estamos salvando o Brasil", afirmou em encontro do PMDB; para Jucá, que é líder do governo Temer no Senado, o projeto será aprovado "mais tranquilamente do que na Câmara", onde teve ampla maioria; flagrado propondo pacto para "estancar a sangria" da Lava Jato, que incluía saída da presidente Dilma Rousseff, Jucá disse que o PMDB vai ser uma força transformadora para o país; "Temos um presidente que, colocado pelo destino onde está, tem missão de reconstruir rumos do País"

CPI do Futebol realiza reunião secreta para divulgação aos membros da documentação de caráter sigiloso em poder da CPI. Em pronunciamento, relator da CPI do Futebol, senador Romero Jucá (PMDB-RR) Foto: Roque de Sá/Agência Senado.
CPI do Futebol realiza reunião secreta para divulgação aos membros da documentação de caráter sigiloso em poder da CPI. Em pronunciamento, relator da CPI do Futebol, senador Romero Jucá (PMDB-RR) Foto: Roque de Sá/Agência Senado. (Foto: Aquiles Lins)

247 - Investigado pelo Supremo Tribunal Federal após revelar um pacto para "estancar a sangria" da Lava Jato, o senador Romero Jucá (PMDB-RO), líder do governo no Senado, defendeu nesta terça-feira, 8, a aprovação da PEC 55, que congela por 20 anos os gastos primários do governo, indexando-os à inflação. 

"Adversários dirão que estamos tirando direitos, mas estamos salvando o Brasil", afirmou, em encontro do PMDB. Jucá disse que o projeto será aprovado "mais tranquilamente do que na Câmara", onde teve ampla maioria.

Jucá, que é presidente nacional do PMDB, disse que o partido ser uma força transformadora para o país. "Temos um presidente que, colocado pelo destino onde está, tem missão de reconstruir rumos do País", completou. "Temos obrigação de terminar o governo Temer com o PMDB maior do que entrou".

Ele disse que a meta é transformar o PMDB em uma legenda profissional e que gastará o que for preciso para fazer do partido uma "força transformadora". "Não quero ter grande saldo bancário nas contas (do partido), quero ter gente nas ruas", completou.

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