Janot se articula no Congresso contra MP dos Delegados

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ordenou à assessoria parlamentar que visite líderes da base e oposição no Congresso para que votem contra a MP 657, a que beneficia os delegados federais e aumenta o poder da categoria nos inquéritos policiais; a assessoria de Janot nega que ele tenha telefonado para os líderes, mas informa que a assessoria parlamentar tem liberdade para atuar pelos benefícios à classe

Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ordenou à assessoria parlamentar que visite líderes da base e oposição no Congresso para que votem contra a MP 657, a que beneficia os delegados federais e aumenta o poder da categoria nos inquéritos policiais; a assessoria de Janot nega que ele tenha telefonado para os líderes, mas informa que a assessoria parlamentar tem liberdade para atuar pelos benefícios à classe
Procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ordenou à assessoria parlamentar que visite líderes da base e oposição no Congresso para que votem contra a MP 657, a que beneficia os delegados federais e aumenta o poder da categoria nos inquéritos policiais; a assessoria de Janot nega que ele tenha telefonado para os líderes, mas informa que a assessoria parlamentar tem liberdade para atuar pelos benefícios à classe (Foto: Leonardo Araújo)

Brasília 247 - Como informa o jornalista Leandro Mazzini, em Coluna Esplanada, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ordenou à assessoria parlamentar que visite líderes da base e oposição no Congresso para que votem contra a MP 657, a que beneficia os delegados federais e aumenta o poder da categoria nos inquéritos policiais. A assessoria de Janot nega que ele tenha telefonado para os líderes, mas informa que a assessoria parlamentar tem liberdade para atuar pelos benefícios à classe.

A MP 657, enviada pela presidência da República ao Congresso em meio à campanha do segundo turno, gerou polêmica entre os delegados da Polícia Federal e agentes – que cobram a tramitação da MP 650, que beneficia a carreira de policiais, peritos, papiloscopistas.

A 657 passou na comissão especial e foi aprovada no plenário do Senado. Entre outros pontos, define o cargo de diretor-geral da PF como exclusivo dos delegados federais – não havia critério claro para isso até agora, já houve militares e delegado de Polícia Civil (Romeu Tuma) como diretor da PF.

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