Justiça autoriza trabalho externo de Valdemar

Vara de Execuções Penais do Distrito Federal autorizou o ex-deputado Valdemar Costa Neto a sair durante o dia para trabalhar; juiz Angelo Oliveira afirmou que a concessão do benefício é importante para "avaliar a disciplina, autodeterminação e responsabilidade do reeducando antes de uma possível transferência para um regime de pena mais avançado"; Costa Neto deverá trabalhar trabalhar na assessoria do PR; até agora, só o ex-ministro José Dirceu não teve seu pedido de trabalho julgado

Vara de Execuções Penais do Distrito Federal autorizou o ex-deputado Valdemar Costa Neto a sair durante o dia para trabalhar; juiz Angelo Oliveira afirmou que a concessão do benefício é importante para "avaliar a disciplina, autodeterminação e responsabilidade do reeducando antes de uma possível transferência para um regime de pena mais avançado"; Costa Neto deverá trabalhar trabalhar na assessoria do PR; até agora, só o ex-ministro José Dirceu não teve seu pedido de trabalho julgado
Vara de Execuções Penais do Distrito Federal autorizou o ex-deputado Valdemar Costa Neto a sair durante o dia para trabalhar; juiz Angelo Oliveira afirmou que a concessão do benefício é importante para "avaliar a disciplina, autodeterminação e responsabilidade do reeducando antes de uma possível transferência para um regime de pena mais avançado"; Costa Neto deverá trabalhar trabalhar na assessoria do PR; até agora, só o ex-ministro José Dirceu não teve seu pedido de trabalho julgado (Foto: Valter Lima)
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247 - A Vara de Execuções Penais do Distrito Federal autorizou o ex-deputado Valdemar Costa Neto (PR) a sair durante o dia para trabalhar. Preso desde dezembro no Complexo Penitenciário da Papuda, onde cumpria a pena em regime semiaberto, ele foi transferido nesta quarta-feira (26) para o Centro de Progressão Penitenciária, local destinado aos detentos que podem sair para trabalhar durante o dia. O juiz Angelo Oliveira afirmou que a concessão do benefício é importante para "avaliar a disciplina, autodeterminação e responsabilidade do reeducando antes de uma possível transferência para um regime de pena mais avançado". Antes de ser preso, Costa Neto chegou a afirmar que tinha a intenção de trabalhar na assessoria do PR, mas não há informação sobre que trabalho ele fará.

O juiz, no entanto, negou o pedido de Costa Neto para parcelar a multa de R$ 1,6 milhão em 24 parcelas. Segundo o magistrado, a decisão sobre como o detento deverá quitar a dívida cabe apenas à Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. O prazo inicial dado pela Justiça para o pagamento acabou em janeiro. Costa Neto cumpre pena de 7 anos e 10 meses pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no regime semiaberto.

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