Lewandowski avalia reunião emergencial do STF

Embora o Supremo Tribunal Federal esteja em recesso nesta semana, o presidente da corte, Ricardo Lewandowski, estuda convocar para esta terça-feira uma reunião extraordinária do plenário; ontem, um grupo de juristas encaminhou pedido de habeas corpus do ex-presidente Lula, contestando a liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes, que enviou seu caso ao juiz Sergio Moro; os juristas alegam que Gilmar usurpou poderes de Teori Zavascki, que é o relator da Lava Jato no STF; ministros da suprema corte também ficaram incomodados com o vazamento de conversas da presidente Dilma Rousseff, o que, segundo Marco Aurélio Mello, é crime

Embora o Supremo Tribunal Federal esteja em recesso nesta semana, o presidente da corte, Ricardo Lewandowski, estuda convocar para esta terça-feira uma reunião extraordinária do plenário; ontem, um grupo de juristas encaminhou pedido de habeas corpus do ex-presidente Lula, contestando a liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes, que enviou seu caso ao juiz Sergio Moro; os juristas alegam que Gilmar usurpou poderes de Teori Zavascki, que é o relator da Lava Jato no STF; ministros da suprema corte também ficaram incomodados com o vazamento de conversas da presidente Dilma Rousseff, o que, segundo Marco Aurélio Mello, é crime
Embora o Supremo Tribunal Federal esteja em recesso nesta semana, o presidente da corte, Ricardo Lewandowski, estuda convocar para esta terça-feira uma reunião extraordinária do plenário; ontem, um grupo de juristas encaminhou pedido de habeas corpus do ex-presidente Lula, contestando a liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes, que enviou seu caso ao juiz Sergio Moro; os juristas alegam que Gilmar usurpou poderes de Teori Zavascki, que é o relator da Lava Jato no STF; ministros da suprema corte também ficaram incomodados com o vazamento de conversas da presidente Dilma Rousseff, o que, segundo Marco Aurélio Mello, é crime (Foto: Gisele Federicce)

247 - Embora o Supremo Tribunal Federal (STF) esteja em recesso nesta semana, por conta do feriado da Semana Santa, na sexta-feira 25, o presidente da corte, Ricardo Lewandowski, avalia convocar para esta terça-feira (22) uma reunião extraordinária do plenário. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode estar na pauta.

Neste domingo 20, um grupo de juristas encaminhou um pedido de habeas corpus do ex-presidente Lula, contestando a liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes, que enviou seu caso ao juiz federal Sergio Moro, de Curitiba, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em primeira instância. O pedido será relatado pelo ministro Luiz Edson Fachin.

Os juristas alegam que Gilmar usurpou poderes do ministro Teori Zavascki, que é o relator da Lava Jato no STF. Ministros da suprema corte também ficaram incomodados com o vazamento de conversas da presidente Dilma Rousseff, o que, segundo o ministro Marco Aurélio Mello, é crime.

"Ele não é o único juiz do país e deve atuar como todo juiz. Agora, houve essa divulgação por terceiros de sigilo telefônico. Isso é crime, está na lei. Ele simplesmente deixou de lado a lei. Isso está escancarado. Dizer que interessa ao público em geral conhecer o teor de gravações sigilosas não se sustenta", disse Mello.

Confira texto do jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, sobre o assunto:

Supremo cancela sessões de turmas. Sinal de reunião extraordinária do Pleno?

Há um sinal muito forte de que o Presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, pretende convocar uma reunião extraordinária do  plenário do Supremo Tribunal Federal.

O site da instituição acaba de divulgar, sem maiores detalhes, que “as sessões ordinárias da Primeira e da Segunda Turmas do Supremo Tribunal Federal, previstas para esta terça-feira, 22 de março, foram canceladas por determinação da Presidência dos respectivos colegiados”.

É impensável que tenham sido canceladas para “aumentar o feriadão” da Semana Santa. Seria o naufrágio cínico da instituição.

Passou da hora da Suprema Corte agir sobre o circo de horrores que se transformou o que deveria ser a “administração da Justiça”.

Que está devorando o país e, junto com ele, o Judiciário.

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