Maia quer a volta da jogatina nas capitais

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu votar neste ano a proposta para liberar cassinos no Rio de Janeiro e em São Paulo: “No Rio de Janeiro, depois da Olimpíada, você vai ter muito espaço que vai precisar ser organizado de outra forma porque ficará capacidade ociosa da rede hoteleira. O interesse primeiro do investidor estrangeiro é Rio e São Paulo. Temos que falar a verdade. É um setor que pode gerar muita arrecadação para o governo”

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu votar neste ano a proposta para liberar cassinos no Rio de Janeiro e em São Paulo: “No Rio de Janeiro, depois da Olimpíada, você vai ter muito espaço que vai precisar ser organizado de outra forma porque ficará capacidade ociosa da rede hoteleira. O interesse primeiro do investidor estrangeiro é Rio e São Paulo. Temos que falar a verdade. É um setor que pode gerar muita arrecadação para o governo”
Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu votar neste ano a proposta para liberar cassinos no Rio de Janeiro e em São Paulo: “No Rio de Janeiro, depois da Olimpíada, você vai ter muito espaço que vai precisar ser organizado de outra forma porque ficará capacidade ociosa da rede hoteleira. O interesse primeiro do investidor estrangeiro é Rio e São Paulo. Temos que falar a verdade. É um setor que pode gerar muita arrecadação para o governo” (Foto: Roberta Namour)

247 - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu votar neste ano a proposta para liberar cassinos no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Algumas propostas em tramitação limitam a exploração de jogos de azar a estados distantes dos principais centros urbanos. Na avaliação dele, não haverá interesse de investidores se a liberação de jogos de azar se restringir a áreas remotas do país.

“No Rio de Janeiro, depois da Olimpíada, você vai ter muito espaço que vai precisar ser organizado de outra forma porque ficará capacidade ociosa da rede hoteleira. O interesse primeiro do investidor estrangeiro é Rio e São Paulo. Temos que falar a verdade. É um setor que pode gerar muita arrecadação para o governo”, afirmou, em entrevista ao G1.

 

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